🔥 Esquenta Black Friday com PREÇO BAIXO! Assine Revista Impressa + Digital Premium e aproveite! 🤑

TSE forma maioria para manter suspensão de campanha de Deltan Dallagnol

Ex-procurador é candidato ao Senado pelo Paraná

Por Anna Satie Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 set 2026, 16h53 | Atualizado em 21 set 2026, 19h08
TSE forma maioria para manter suspensão de campanha de Deltan Dallagnol Priorize VEJA no Google

O Tribunal Superior Eleitoral tem quatro votos para manter a decisão que suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) para o Senado. Faltam ainda os votos de Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Sebastião Alves dos Reis Júnior, mas o placar já é irreversível. O julgamento acontece no plenário virtual da Corte e se encerra à meia-noite. O processo está em segredo de Justiça.

No domingo, 20, o ministro Floriano Peixoto concedeu uma liminar para impedir que Deltan faça campanha e use os recursos do fundo partidário até que o TSE julgue o registro de sua candidatura. Ele atendeu a um pedido feito pela coligação Paraná Para Todos, composta pelo PT, PDT, PCdoB, PV, PSOL, Rede, PRD e Solidariedade, que alegam que, enquanto a Justiça não analisa se Deltan está ou não inelegível, ele está usando dinheiro público para fazer campanha, o que confunde o eleitor. Além disso, caso ele fosse eleito e depois cassado, isso geraria prejuízo ao Estado, que teria que convocar eleições suplementares.

Deltan foi eleito para a Câmara dos Deputados em 2022, e cassado pouco depois. A Justiça entendeu que ele pediu demissão do Ministério Público para evitar os 15 processos dos quais era alvo, que poderiam resultar no seu afastamento ou aposentadoria compulsória. Alguns desses procedimentos miravam a atuação dele na Operação Lava Jato, acusada de quebra do dever de sigilo, de decoro e improbidade administrativa. Caso tivesse sido condenado, ele ficaria oito anos inelegível, mas como saiu antes, os processos foram arquivados. Em 2023, o TSE julgou que a demissão foi uma tentativa de burlar a Lei da Ficha Limpa e anulou sua candidatura.

Desta vez, Floriano apontou que não há nenhuma novidade que justifique um novo julgamento do caso e reconheceu os argumentos apresentados pelos adversários do candidato do Novo. Ele apontou ainda que a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná que aprovou a candidatura dele “afronta à decisão desta Corte e sem o mínimo respaldo jurídico” e “causa efeitos disturbadores do processo eleitoral”.

Continua após a publicidade

Deltan aparece numericamente na liderança nas pesquisas de intenção de voto. Um levantamento publicado nesta segunda-feira, feito pelo Real Time Big Data, o coloca com 19%, em um empate técnico quíntuplo com Alexandre Curi (Republicanos), Filipe Barros (PL), Gleisi (PT) e Cristina Graeml (PSD).

O que diz Deltan

Em nota, ele disse que o processo foi iniciado antes que sua defesa pudesse ter acesso a ele e que o ministro Dias Toffoli não deveria participar do julgamento. “Meu advogado sequer teve acesso aos autos antes da decisão. O processo estava sob sigilo, a pedido do PT e de Gleisi, minha adversária no Paraná. Minha defesa não pôde se manifestar. Não pôde sequer pedir a suspeição do ministro Dias Toffoli, que já votou, mais uma vez, em um processo que o envolve”, escreveu.

Continua após a publicidade

Ele também disse que a lei assegura os atos de campanha de candidaturas que ainda serão analisadas na Justiça. “Estamos diante de uma situação flagrantemente ilegal: uma campanha suspensa sem a defesa poder se manifestar, sem contraditório e em choque com a própria jurisprudência da Justiça Eleitoral”.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Capa da revista Veja, um celular e um notebook exibindo o site da revista, sobre fundo preto com texto BLACKFRIDAY repetidoBanner de Black Friday com fundo roxo e preto, exibindo a palavra BLACKFRIDAY repetida. À direita, um laptop prateado com uma imagem de carro na tela, um smartphone com um site de notícias e uma revista Veja aberta com uma foto de comida.
ECONOMIZE ATÉ 76% OFF

Digital Essencial

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 5,99/mês
ESQUENTA BLACK FRIDAY

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Premium (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).