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Tereza Cristina rejeita, Daniella Marques traz dificuldade. O que sobra para vice de Flávio? O desespero

Resistência do Republicanos e a saída da senadora do radar deixam a campanha sem uma solução imediata para a chapa

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 jul 2026, 22h18
Tereza Cristina rejeita, Daniella Marques traz dificuldade. O que sobra para vice de Flávio? O desespero Priorizar nos meus resultados Google

A poucos dias da convenção que oficializará sua candidatura à Presidência da República, Flávio Bolsonaro ainda não conseguiu resolver um dos principais impasses da campanha: a escolha do candidato a vice. Segundo apuração do repórter Gabriel Sabóia, da coluna Radar, o cenário é de forte preocupação nos bastidores. (este texto é um resumo do vídeo acima)

“Hoje eu conversei com uma pessoa do PL. Perguntei: ‘O que sobra para ele neste momento?’. E a pessoa me disse: ‘Sobra o desespero'”, revelou o jornalista durante o VEJA em Foco, apresentado por Raquel Novaes.

Segundo Sabóia, Flávio Bolsonaro “vem lamentando bastante” a dificuldade de viabilizar a economista Daniella Marques como candidata a vice. Considerada a favorita do senador para compor a chapa, ela depende de uma coligação entre PL e Republicanos, negociação que, até o momento, não avançou.

A convenção de seu partido está marcada para o próximo sábado, 25, mas, de acordo com o coordenador nacional da campanha, senador Rogério Marinho, a expectativa é que o evento oficialize apenas a candidatura de Flávio Bolsonaro. A definição da vice poderá ficar para as semanas seguintes, dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral.

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Por que Tereza Cristina deixou de ser uma opção?

Entre os nomes cogitados nos últimos meses, a senadora Tereza Cristina perdeu força nas negociações. Segundo Gabriel Sabóia, embora tenha sido considerada para a composição da chapa, ela se afastou dessa possibilidade, reduzindo o número de alternativas disponíveis para Flávio Bolsonaro.

Com isso, a campanha concentrou esforços em outro nome, visto como estratégico tanto do ponto de vista político quanto econômico.

O que torna Daniella Marques a favorita de Flávio?

De acordo com a apuração da coluna Radar, a preferência do senador recai sobre a economista Daniella Marques, coordenadora da área econômica de sua campanha. Próxima do ex-ministro da Economia Paulo Guedes, ela é vista pelo entorno de Flávio como um nome capaz de transmitir confiança ao mercado financeiro.

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Além disso, segundo Gabriel Sabóia, a campanha considera que o perfil firme da economista poderia fortalecer o diálogo com o eleitorado feminino, em um momento em que Michelle Bolsonaro permanece afastada da campanha presidencial.

O que impede Daniella Marques de integrar a chapa?

O principal obstáculo é político. Filiada ao Republicanos, Daniella Marques só poderá disputar a eleição como vice caso o partido formalize uma coligação com o PL.

Segundo Gabriel Sabóia, a economista pode continuar coordenando a campanha, mas a legislação eleitoral impede sua indicação para a chapa presidencial sem essa aliança entre as legendas. A possibilidade de uma mudança partidária também deixou de existir após o encerramento da janela de filiação, em abril.

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Por que o Republicanos ganhou poder nas negociações?

Na avaliação apresentada pelo repórter, o Republicanos passou a ocupar uma posição central nas conversas justamente por controlar o destino da principal escolha de Flávio Bolsonaro. Sabóia afirmou que a legenda “valoriza bastante esse passe” e faz questão de impor dificuldades nas negociações.

Diante desse cenário, Flávio Bolsonaro pretende buscar uma nova reunião com o presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira, para tentar destravar a formação da aliança.

O relato da fonte do PL resume o momento vivido pela campanha. Depois de ver Tereza Cristina sair do radar para a vice-presidência, Flávio concentra esforços em Daniella Marques, mas esbarra na resistência do Republicanos. Segundo Gabriel Sabóia, o senador pretende pedir uma nova reunião com o presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, numa tentativa de destravar a negociação.

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Quais alternativas ainda restam para a campanha?

Segundo Rogério Marinho, não deve haver definição sobre a vice até a convenção. A estratégia é utilizar o prazo legal para manter abertas as negociações com Republicanos, PP e União Brasil na tentativa de ampliar a coligação.

Enquanto isso, Daniella Marques segue como o nome preferido de Flávio Bolsonaro, mas sua indicação depende de um acordo político que ainda está longe de ser fechado. Como resumiu Gabriel Sabóia, “a política é feita de várias variáveis”, e, neste momento, a possibilidade de a economista integrar a chapa continua sendo considerada remota.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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