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Temer defende reformas e diz que direitos não serão cortados

Em discurso nesta sexta-feira, o presidente também afirmou que seu governo deixou de lado o "encanto do populismo ou marketing enganador"

O presidente Michel Temer (PMDB) reuniu na manhã desta sexta-feira ministros e parlamentares para fazer o balanço de um ano de seu governo. Ele voltou a defender as reformas propostas pelo governo e destacou que seu governo não toma medidas populistas, mas “está construindo pilares sólidos” para o futuro da país. Temer assumiu a presidência da República em 12 de maio de 2016, após o Senado Federal aceitar o impeachment de Dilma Rousseff.

Temer afirmou que encontrou o país com “um rombo milionário, recessão, desemprego e inflação galopante e juros alto” e sem diálogo com o Poder Executivo, mas sem fazer referência à ex-presidente Dilma. O presidente também destacou as “importantes reformas aprovadas”, como a PEC do Teto, que limita os gastos públicos em 20 anos.

“Cortamos gastos sem sacrificar nada na área social, protegendo quem mais precisa. Por isso, tratamos de fazer  o que qualquer pessoa de bom senso faria e estabelecemos um teto para os gastos públicos que vale para os próximos 20 anos. Encontramos um déficit era tão elevado que não se podia eliminar de uma dia para outro e essa era única maneia de preservar o direitos sociais”, afirmou Temer.

 

O presidente destacou que nenhum direito do trabalhador será retirado com a reforma trabalhista. “A modernização trabalhista gerará mais emprego e, aqui, quero destacar que iremos garantir total proteção ao trabalhador. A palavra mais suave  para as pessoas que dizem que os direitos do trabalhadores serão retirados é a irresponsabilidade, afinal basta deitar os olhos sobre o artigo 7º da Constituição e veremos que todos os diretos trabalhistas estão garantidos lá. Por isso, eu digo sem medo de errar, não haverá nenhum direto a menos para o trabalhador brasileiro”, disse.

Temer destacou que a reforma da Previdência será o próximo desafio do governo. A reforma prevê mudanças na idade mínima da aposentadoria, além de outras medidas que estão sob a relatoria do deputado Arthur Maia (PPS-BA).

“Sem apelar para o encanto do populismo ou marketing enganador, estamos construindo pilares sólidos e devo dizer que a tarefa importante nos próximos dias é a de salvar a Previdência. Não tenho dúvidas que conseguiremos e vamos garantir que todos os brasileiros tenham aposentadoria”, afirmou.

Comentários

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  1. Marcos Cohen

    Uma frustração até para os favoráveis ao impeachment. Totalmente desconectado da realidade, sem legitimidade para reformas, economia pífia, e partidário das asquerosas trocas de votos por emendas. Constituinte já, sem políticos! Do jeito que está a única certeza que temos é que o legislativo não é necessário.

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  2. bruno henrique dias

    Esse é PIOR que o PT, La vem a velha ESTRATÉGIA ajudar os que MAIS PRECISA, o que ele não PERCEBE o BRASIL ACORDO isso NÃO COLA MAIS!!!

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  3. Mentiroso. Está servindo ao sistema bancário que quer aumentar o desemprego, manter os juros estratosféricos e obrigar o cidadão brasileiro a adquirirr Previdência bancária. Asqueroso.

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