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Se eleito, Alckmin diz que não vai alterar reforma trabalhista

Durante encontro com empresários em Belo Horizonte, tucano também defendeu a redução paulatina dos impostos

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, não vai fazer alterações na reforma trabalhista aprovada no Brasil. O tucano fez a afirmação durante encontro com empresários em Belo Horizonte. “Trabalhei muito por ela”, disse. Ao falar especificamente sobre imposto sindical obrigatório, reafirmou ser contra a cobrança.

Na sexta-feira (20), um dia após firmar a aliança com o Centrão, o ex-governador publicou, em sua conta no Twitter, que não havia ”plano de trazer de volta a contribuição sindical”. A publicação, inclusive, causou um primeiro atrito entre Alckmin e seus aliados do grupo formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade.

A declaração causou desconforto nos dirigentes do Solidariedade, ligado às centrais sindicais. “Do jeito que ele [Alckmin] falou, ficou mal. Não vai colocar nada no lugar [do imposto sindical]? Conversamos com o Paulinho para não fechar nada com ele por enquanto. Essa informação prejudica mais ainda”, disse o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, na sexta-feira.

Como alternativa à contribuição, Alckmin é favorável à proposta do Solidariedade de que convenções de trabalhadores possam criar receitas extraordinárias ou contribuições voluntárias aos sindicatos. “É uma contribuição dentro da razoabilidade. Quem sugeriu nem fui eu, foi o ACM Neto [do DEM]”, explicou Paulinho.

Em relação ao sistema tributário, o tucano afirmou que o ideal é que a carga de impostos seja reduzida paulatinamente. Alckmin disse ser difícil no mundo encontrar países que tenham apenas um imposto, mas que o ideal é também não ter grande número de tributos. “Num país grande como o Brasil, não é fácil. É preciso uma escadinha, para que os impostos sejam reduzidos aos poucos”, avaliou.

Comentários

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  1. Ataíde Jorge de Oliveira

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  2. Paulucci Paulucci

    Conto da caloxinha, acordos foram feitos com os sindicatos para lhe apoiar. E, a primeira coisa que será feita é voltar o imposto sindical. Sai fora, aliado de Temer – Bolsonaro próximo presidente, para dar um jeito neste país, onde os corruptos e bandidos tem mais direitos que o povo e os trabalhadores honestos.

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  3. Carlos Aurélio

    É preciso estar atento pra não eleger propineiro.

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  4. Carlos Aurélio

    Veja o símbolo do propineiro: sou inocente, nada sei, nada digo. sou inocente.

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  5. Jefferson Domareski

    Pronto. Perdeu meu voto!

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  6. André Fehrenbach

    O apoio será ao melhor candidato com as melhores propostas com o melhor histórico e esse sem dúvida é o Geraldo Alckmin,e quando a campanha chegar de fato a população brasileira conhecer o grande trabalho feito por SP e ele crescerá nas intenções de voto com certeza.

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  7. Junior Campos

    Alckmin é o candidato mais preparado para ser nosso presidente.

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  8. Geraldo sabe muito bem o que fala e faz! O cara foi governador de SP por 4 mandatos.. Uma escola pra sair preparadissimo pra governar o Brasil! #GeraldoPresidente

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