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Quatro sinais positivos para Flávio Bolsonaro na nova pesquisa sobre a corrida presidencial

Recuperação nas intenções de voto, fortalecimento entre eleitores independentes e redução do temor à volta do bolsonarismo estão entre os movimentos

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 ago 2026, 10h30 | Atualizado em 6 ago 2026, 10h46
Quatro sinais positivos para Flávio Bolsonaro na nova pesquisa sobre a corrida presidencial Priorizar nos meus resultados Google

A nova pesquisa Genial/Quaest trouxe um cenário favorável ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que segue na liderança da corrida presidencial. A comparação com a rodada de julho, porém, revela três movimentos que beneficiam diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL): além da recuperação nas intenções de voto, ele avançou entre os eleitores independentes e entre os homens. Levantamento ainda mostra queda do percentual de brasileiros que afirmam temer mais a volta dos Bolsonaro ao poder do que uma nova gestão petista.

Depois de recuar na pesquisa de julho, Flávio voltou a crescer nos dois principais cenários da disputa. No primeiro turno, passou de 28% para 30%, enquanto Lula oscilou de 40% para 39%. No segundo turno, o senador avançou de 37% para 39%, ao mesmo tempo em que o presidente recuou de 45% para 44%. O resultado reduziu a vantagem numérica de Lula nas duas simulações e interrompeu a tendência de queda observada na rodada anterior.

O avanço entre os independentes é outro sinal positivo?

Esse talvez seja o dado politicamente mais relevante. A comparação entre julho e agosto mostra que Flávio ampliou seu desempenho justamente entre os eleitores que se declaram independentes. Nesse grupo, ele passou de 15% para 18%, enquanto Lula recuou de 30% para 24%.

Os independentes costumam representar um dos segmentos mais disputados da campanha e, por não estarem identificados previamente com nenhum dos dois campos políticos, são considerados estratégicos para o crescimento das candidaturas.

Lula x Flávio: os eleitores que devem decidir a disputa

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Ao mesmo tempo, Lula continua dominando amplamente entre os eleitores que se identificam como lulistas, enquanto Flávio mantém ampla vantagem entre os bolsonaristas, indicando que a principal mudança ocorreu justamente fora das bases mais fiéis de cada candidato.

O temor à volta dos Bolsonaro também diminuiu?

A série histórica da Quaest mostra uma redução do percentual de entrevistados que afirmam ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder. Em julho, esse grupo representava 46% dos entrevistados. Em agosto, caiu para 44%. No mesmo período, o percentual dos que dizem temer mais uma nova gestão de Lula passou de 38% para 41%.

Pela primeira vez desde março, a distância entre os dois indicadores diminui para apenas três pontos percentuais, sugerindo um equilíbrio maior na percepção negativa sobre os dois campos políticos.

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Como ficou o cenário entre os homens?

Entre os homens, no primeiro turno, Lula tinha 45% das intenções de voto em julho, e caiu para 37% em agosto. Flávio, nesse grupo, subiu de 30% para 34%.

O cenário da eleição mudou?

Ainda não. Apesar dos três movimentos favoráveis a Flávio Bolsonaro, a estrutura da disputa permanece praticamente inalterada.

Lula continua liderando os cenários de primeiro e segundo turno e preserva ampla vantagem em seu principal reduto eleitoral, o Nordeste. Flávio, por sua vez, consolida sua posição como principal nome da oposição, recupera parte do terreno perdido na rodada anterior e amplia sua competitividade em segmentos considerados decisivos, especialmente entre os eleitores independentes.

VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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