Pastores defendem Flávio e acusam Lula de promover guerra religiosa
Em comunicado, a Cimeb acusa Lula e seus apoiadores de promoverem uma fake news para atrapalhar o desempenho do filho de Bolsonaro nas eleições
Lideranças evangélicas saíram em defesa de Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência da República, e acusaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição, de promover uma guerra religiosa.
O manifesto de líderes do Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil ocorre em meio aos rumores que tentam associar Flávio a um movimento para fazer com que a Nossa Senhora da Aparecida deixe de ser a padroeira do Brasil.
Em comunicado, a Cimeb, criada pelo pastos Silas Malafaia, acusa Lula e seus apoiadores de promoverem uma fake news para atrapalhar o desempenho do filho e Jair Bolsonaro nas eleições.
A entidade pontua que “repudia com veemência a utilização de uma fake news por Lula e seus seguidores para atingir um adversário político e, o mais grave, promover uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos”.
“Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião”, diz o documento.
Além de Malafaia, também assinam o comunicado César Augusto, Robson Rodovalho, Estevam Hernandes, Samuel Câmara, Galdino Júnior, Jabes de Alencar, Teó Hayashi, Cláudio Duarte, Luiz Hermínio, Ezequiel Teixeira, Paulo Roberto, Marcus Gregório e Simonton Araújo.







