O temor do PL, após a PF prender o aliado de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro
No PL, há o temor de que a ação prejudique a empreitada de Flávio. Em paralelo, a federação União-PP adota cautela e evita falar em substituição de Canella
Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto avalia que Márcio Canella (União-RJ) deve ser retirado da disputa ao Senado pelo Rio, depois de ter sido preso na última terça-feira. O ex-prefeito de Belford Roxo integra a coligação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência e foi detido por portar um fuzil, durante operação da Polícia Federal que contra irregularidades em postos de combustíveis na Baixada Fluminense.
No PL, há o temor de que a ação prejudique a empreitada de Flávio. Em paralelo, a federação União-PP, responsável pela indicação de Canella, adota cautela e evita falar em substituição do nome, enquanto não forem esgotados os recursos para tirá-lo da cadeia.
Valdemar, entretanto, descarta uma ruptura com as legendas aliadas e o eventual lançamento de dois nomes do PL ao Senado.
“A indicação de um novo nome para se candidatar ao Senado pelo Rio caberia exclusivamente à federação, é claro. Não há chance de rompermos com eles por este motivo, temos uma estrutura de palanques garantidos e estaremos juntos no Rio. Mas, não consigo mais ver condições de o Canella ir às urnas”, disse ao Radar.
Até o momento, o PL ainda não decidiu quem substituirá o ex-governador Cláudio Castro na vaga deixada aberta desde o mês passado.







