O respiro que Lula deve ter por bom momento na relação com Alcolumbre
Aliados acreditam que eventual CPMI para investigar a atuação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deve ficar só para depois da eleição
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acreditam que o bom momento de relação entre ele e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, deve jogar eventual CPMI para investigar a atuação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do petista, só para depois da eleição.
Com apoio da oposição, o senador Carlos Viana articulou para que a CPMI saísse do papel após desdobramentos de investigações da PF e revelações jornalísticas sobre suposto tráfico de influência de Lulinha.
A expectativa é que os opositores de Lula se mobilizem, durante a semana de esforço concentrado, para pressionar o chefe do Congresso a dar andamento à CPMI ainda em setembro.
Como Lula e Alcolumbre se reconciliaram há poucas semanas e estão em lua de mel, fontes do Palácio do Planalto e interlocutores do amapaense não acreditam que a ofensiva surtirá efeito.







