🔥 Mês do Cliente: Assine o Digital por R$ 5,99/mês e tenha conteúdo exclusivo na palma da sua mão!

O motivo para Lula e Flávio não irem aos debates presidenciais, segundo diretor do Paraná Pesquisas

Segundo Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas, candidatos têm mais a perder do que ganhar em confrontos diretos

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 ago 2026, 22h57 | Atualizado em 28 ago 2026, 12h14
O motivo para Lula e Flávio não irem aos debates presidenciais, segundo diretor do Paraná Pesquisas Priorizar nos meus resultados Google

Lula e Flávio Bolsonaro têm evitado o confronto direto nos debates da eleição presidencial, enquanto participam de sabatinas. Para Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas, a estratégia pode ser explicada pelo risco de os dois se transformarem nos principais alvos dos demais concorrentes em um debate. A avaliação foi feita no programa VEJA em Foco, apresentado por Marcela Rahal. (este texto é um resumo do vídeo acima)

Por que Lula e Flávio Bolsonaro estão evitando os debates?

A estratégia dos dois principais nomes citados na conversa também entrou em discussão. Para Hidalgo, a ausência simultânea de Lula e Flávio Bolsonaro reduz o impacto negativo da decisão, já que nenhum dos dois fica isoladamente exposto por faltar ao confronto.

“É muito ruim os candidatos não aparecerem para o debate”, afirmou o diretor do Paraná Pesquisas. Ao mesmo tempo, ele avalia que, como os dois não comparecem, a perda política para ambos é menor.

A situação é diferente nas sabatinas, das quais os dois têm participado. Na avaliação de Hidalgo, o formato oferece às campanhas um ambiente mais controlado do que um debate entre vários candidatos.

Continua após a publicidade

O que Lula e Flávio Bolsonaro têm a perder?

Segundo Hidalgo, os dois candidatos poderiam se tornar os principais alvos dos demais concorrentes em um confronto direto. “Se Lula e Flávio aparecer, eles serão alvos”, afirmou.

A lógica, de acordo com o analista, seria a de que os candidatos e seus marqueteiros consideram haver mais riscos do que benefícios na participação. Em um debate, Lula e Flávio Bolsonaro poderiam ser submetidos a perguntas mais agressivas e a uma sequência de ataques dos adversários.

Nas sabatinas, por outro lado, as campanhas teriam maior capacidade de preparação para os questionamentos. “É um ambiente muito mais confortável do que o debate”, resumiu Hidalgo.

Continua após a publicidade

O que pode mudar nas pesquisas a partir de agora?

Até aqui, os principais candidatos vêm oscilando dentro da margem de erro nos levantamentos citados no programa. A expectativa, porém, é que a entrada da propaganda eleitoral e o aumento da presença dos presidenciáveis na rotina dos eleitores tornem essas movimentações mais visíveis.

Para Hidalgo, o horário eleitoral será um primeiro teste importante. “Depois de uma semana do horário eleitoral, ali a gente vai sentir se algum deles conseguiu cair no agrado e ganhar tração”, afirmou.

O que os adversários precisam para crescer?

Na avaliação do diretor do Paraná Pesquisas, o espaço para crescimento dos demais candidatos não é simples de conquistar. Hidalgo considera que Zema (Novo), Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), mais identificados com o centro-direita, dificilmente conseguirão avançar atraindo eleitores de Lula.

Continua após a publicidade

Por isso, segundo ele, uma mudança expressiva no desempenho de Flávio Bolsonaro seria necessária para abrir espaço aos outros nomes. “Eles precisam de uma derrapada muito grande no Flávio Bolsonaro para que eles ganhem tração”, disse.

Hidalgo, contudo, ressalva que a disputa ainda pode produzir um candidato capaz de se destacar dos demais. “Em algum momento um desses candidatos vai ter um destaque. Ele vai sobressair sobre os demais”, afirmou.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner promocional com fundo verde-escuro. À esquerda, texto em amarelo e branco: O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. À direita, uma mão segura um smartphone exibindo um portal de notícias com banner e produtos. Ao lado, um ícone de árvore verde-claraMão segurando um smartphone com tela exibindo um aplicativo de notícias e produtos. À esquerda, texto O MÊS É DO CLIENTE. A vantagem de ler as maiores marcas do país é sua. Fundo verde escuro com ícone de árvore à direita
ECONOMIZE ATÉ 76% OFF

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 5,99/mês
OFERTA MÊS DO CLIENTE

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).