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O abatimento do ex-auxiliar de Jair Bolsonaro após ser preso

Sargento Dos Reis, que atuou na ajudância de ordens da Presidência, vem dando sinais de descontentamento dentro de uma cela do Exército

Por Marcela Mattos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 27 jun 2023, 09h26 - Publicado em 26 jun 2023, 20h17

O segundo-sargento Luis Marcos dos Reis, que atuou como supervisor na ajudância de ordens da Presidência durante o governo de Jair Bolsonaro, vem demonstrando abatimento dentro de uma cela adaptada na guarda de um batalhão do Exército, em Brasília.

Dos Reis, como é conhecido, foi preso no dia 3 de maio no âmbito da operação que apura um esquema para fraudar certificados de vacinação contra a Covid-19  – a mesma que prendeu o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Pessoas que conversaram com o sargento recentemente afirmam que ele dá sinais de descontentamento e frustração diante da prisão prolongada. Isso porque ele relatou que, inicialmente, não imaginava que fosse passar tanto tempo detido. Também pesa o fato de ele estar recebendo poucas visitas, restritas principalmente aos familiares. Já Cid, conforme mostrou VEJA, recebeu pelo menos 70 pessoas no mesmo período.

Preso há quase dois meses, e sem nenhuma perspectiva de revogação por parte do ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito, Dos Reis viu sua situação piorar após virem à tona as mensagens armazenadas em seu telefone. Ele encaminhou imagens de sua participação nos atentados do 8 de janeiro, inclusive na cúpula do Congresso Nacional.

“Nós temos que cada um fazer a nossa força aqui. Representar o nosso país, né? Graças a Deus! Mas foi bonito aqui! E, muita das vezes a televisão fala mentira ai, que… Realmente, é a primeira vez que eu vejo aqui. Entraram no Planalto, no Congresso, Câmera dos Deputado [sic] e entrou no STF. E quebrou, arrancou as tonga lá daqueles ladrão. Arrancou tudo!”, disse em um dos áudios transcritos no inquérito da Polícia Federal.

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