Nova pesquisa Real Time Big Data testa disputa Lula x Flávio após entrevistas e início da campanha na TV
Levantamento também vai medir rejeição, potencial de voto e o que mais pesa na decisão do eleitor
Uma nova pesquisa Real Time Big Data vai medir como está a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pelo Planalto. O levantamento, que será divulgado na segunda-feira, 31, testará os dois em cenários de primeiro e segundo turnos, além de medir rejeição e potencial de voto.
A pesquisa começa a ser realizada nesta quarta-feira, 26, e termina no sábado, 29. O período de coleta, portanto, alcançará os dois primeiros dias da campanha eleitoral no rádio e na televisão, que começa na sexta-feira, 28.
Além das intenções de voto, o questionário vai investigar rejeição, potencial eleitoral, aprovação do governo Lula e uma série de indicadores destinados a medir o estado de espírito do eleitorado, como a percepção sobre os rumos do país, a necessidade de continuidade ou mudança e os temas que mais influenciarão a escolha para presidente.
Quais candidatos serão testados no primeiro turno?
A Real Time Big Data fará inicialmente uma pergunta espontânea, sem apresentar nomes aos entrevistados, e depois testará dois cenários estimulados.
No primeiro, estarão Clariana Barão, Edmilson Costa, Augusto Cury, Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Lula, Pablo Marçal, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Rui Costa Pimenta, Samara, Wilson Grassi e Romeu Zema.
O segundo cenário terá os mesmos nomes, mas sem Pablo Marçal.
Como serão as simulações de segundo turno?
O levantamento colocará Lula diante de cinco adversários diferentes. O primeiro confronto será com Flávio Bolsonaro. Os demais terão o presidente contra Pablo Marçal, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
A pesquisa também perguntará em qual dos candidatos o entrevistado não votaria e medirá separadamente o potencial eleitoral de todos os nomes testados no primeiro turno. Para cada um, o eleitor poderá dizer se votaria com certeza, se considera a candidatura uma possibilidade, se conhece mas não votaria ou se não conhece o suficiente para opinar.
O eleitor quer continuidade ou mudança?
Um dos blocos do questionário procurará medir o grau de desejo por mudança na eleição presidencial. O entrevistado será questionado se acredita que o Brasil precisa manter o caminho atual, fazer apenas alguns ajustes, promover mudanças importantes ou mudar completamente a maneira como o país está sendo governado.
Outra pergunta buscará saber qual é a principal motivação para o voto. Entre as alternativas estarão evitar a perda de conquistas dos últimos anos, mudar os rumos do país, impedir que determinado grupo político permaneça ou volte ao poder e escolher o candidato considerado mais preparado.
A Real Time Big Data também investigará de forma mais direta o que leva o eleitor a escolher um candidato: identificação pessoal, concordância com suas ideias, percepção de preparo, tentativa de impedir a vitória de um adversário, rejeição aos concorrentes, escolha do “menos ruim”, identificação partidária ou apoio de uma liderança política.
Quais temas mais podem decidir a eleição?
Os entrevistados terão de escolher os três assuntos que mais pesarão em seu voto e, depois, apontar qual deles será o mais importante.
A lista inclui inflação e custo de vida, emprego, crescimento econômico, segurança pública, corrupção, saúde, educação, programas sociais, impostos, moradia, meio ambiente, combate à pobreza, imigração, liberdade de expressão, defesa da democracia, valores familiares, relações internacionais, infraestrutura e desigualdade social.
O que a pesquisa vai medir sobre os candidatos?
O questionário traz ainda uma série de indicadores destinados a avaliar a identificação do eleitor com os presidenciáveis.
Os entrevistados serão perguntados sobre qual candidato mais representa pessoas como eles, qual entende melhor os problemas de sua família e qual representa o Brasil que gostariam de ver daqui a dez anos. Haverá também uma pergunta inversa, sobre quem melhor representa um Brasil que o eleitor não gostaria que existisse.
A pesquisa medirá ainda a expectativa eleitoral: independentemente da preferência pessoal, o entrevistado deverá dizer quem acredita que será o próximo presidente e apontar até dois candidatos que considera com mais chances de chegar ao segundo turno.
Como o governo Lula será avaliado?
A Real Time Big Data repetirá dois indicadores sobre a atual gestão. O eleitor será questionado se aprova ou desaprova o desempenho de Lula à frente do governo e também poderá classificar a administração como ótima, boa, regular, ruim ou péssima.
O levantamento perguntará ainda se o entrevistado considera que o Brasil está indo na direção certa ou errada e como avalia sua vida atualmente em comparação com dois anos atrás.
A pesquisa Real Time Big Data está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03733/2026 e foi contratada pela Real Time Mídia Ltda. Serão entrevistados 2.000 eleitores em todo o Brasil entre os dias 26 e 29 de agosto. A coleta será realizada por meio de abordagens telefônicas e digitais, em sistema misto que combina entrevistadores humanos e recursos de inteligência artificial. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A divulgação está prevista para segunda-feira, 31 de agosto.
VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.







