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Nova pesquisa Datafolha mostra disputa entre Tarcísio e Haddad pelo governo de SP

Levantamento trará cenários para o governo paulista e para o Senado, além de oferecer um novo retrato da principal disputa estadual do país

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jun 2026, 10h39 | Atualizado em 30 jun 2026, 10h50
Nova pesquisa Datafolha mostra disputa entre Tarcísio e Haddad pelo governo de SP Priorizar nos meus resultados Google

A próxima fotografia da corrida pelo Palácio dos Bandeirantes será divulgada a partir do próximo domingo, 5. O Instituto Datafolha registrou na Justiça Eleitoral uma nova pesquisa sobre a eleição para o governo de São Paulo, que medirá a disputa entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), principais nomes cotados para a sucessão estadual em 2026.

O levantamento, registrado sob o número SP-01703/2026, começa a ser realizado nesta quarta-feira, 1º, e seguirá até sexta, 3, com 1.608 entrevistas presenciais em municípios distribuídos por todo o estado. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O que a pesquisa vai medir?

Além das intenções de voto para o governo paulista, o Datafolha também fará levantamentos sobre a disputa pelas vagas ao Senado em São Paulo.

Tradicionalmente, os questionários do instituto também incluem cenários estimulados, índices de rejeição, potencial de voto e avaliações dos principais candidatos, embora o conteúdo integral do questionário só seja conhecido após a divulgação dos resultados.

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Por que o levantamento é importante?

São Paulo concentra cerca de um quinto do eleitorado brasileiro e costuma exercer forte influência sobre o ambiente político nacional.

A disputa entre Tarcísio e Haddad é acompanhada de perto por lideranças de diferentes partidos porque envolve dois dos principais nomes cotados para exercer protagonismo na política nacional nos próximos anos. Um eventual desempenho do governador pode reforçar seu capital político dentro da direita, enquanto um bom resultado de Haddad serviria como importante ativo para o PT no maior colégio eleitoral do país.

Como será feita a pesquisa?

Segundo o registro apresentado ao TSE, o levantamento será realizado por meio de entrevistas presenciais, utilizando questionário eletrônico aplicado em tablets.

A amostra será composta por eleitores da capital, da região metropolitana e do interior paulista. O Datafolha informou que utilizará critérios de ponderação por sexo, idade, escolaridade e distribuição geográfica para reproduzir o perfil do eleitorado do estado.

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Do total previsto, 53% dos entrevistados serão mulheres e 47% homens. A pesquisa também distribui a amostra entre cinco faixas etárias e considera diferentes níveis de escolaridade e renda familiar.

Quantas pessoas serão entrevistadas?

Ao todo, o instituto ouvirá 1.608 eleitores entre os dias 1º e 3 de julho.

A margem de erro máxima estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um intervalo de confiança de 95%.

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Quando o resultado será divulgado?

A divulgação está prevista para a partir de domingo, 5 de julho, conforme cronograma registrado na Justiça Eleitoral.

Até lá, o instituto concluirá a coleta das entrevistas, fará a checagem dos questionários e o processamento estatístico dos dados antes da publicação oficial dos resultados.

Como funciona o controle da pesquisa?

De acordo com o registro eleitoral, pelo menos 20% das entrevistas serão auditadas por supervisores, presencialmente ou por telefone.

O Datafolha informa ainda que toda a coleta será realizada em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e que os resultados passarão por procedimentos internos de verificação de consistência antes da divulgação.

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O que observar quando os números forem divulgados?

Além da diferença entre os candidatos, especialistas costumam acompanhar quatro indicadores considerados centrais em pesquisas deste estágio da pré-campanha: a vantagem de cada candidato na capital e no interior; os índices de rejeição; o percentual de eleitores indecisos e a evolução em relação às pesquisas anteriores.

Esses indicadores ajudam a identificar se a disputa permanece estável ou se algum dos candidatos conseguiu ampliar seu espaço junto ao eleitorado paulista nas primeiras semanas da pré-campanha.

VEJA+IA: Este conteúdo de pesquisa foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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