Nova pesquisa AtlasIntel mede reação dos brasileiros a possível ameaça ao Pix
Levantamento avalia a percepção dos brasileiros sobre riscos à soberania nacional
Uma nova pesquisa da AtlasIntel vai medir como os brasileiros avaliam uma possível ameaça ao Pix em meio às negociações comerciais entre os governos de Lula e Donald Trump. O questionário investiga se o sistema de pagamentos deveria ser incluído nas tratativas com os Estados Unidos e qual é o grau de preocupação do eleitor com a pressão americana.
A pesquisa começou a ser realizada nesta terça, 22, e segue até a segunda, 27, com 5.000 entrevistados em todo o país. A divulgação está prevista para a terça, 28. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O Pix deveria entrar nas negociações com os Estados Unidos?
Uma das perguntas apresenta quatro possíveis exigências americanas e pede que os entrevistados digam se o Brasil deveria aceitá-las: zerar tarifas para empresas dos setores automotivo, químico e aeroespacial, eliminar tarifas sobre o etanol americano, deixar de regulamentar plataformas digitais dos Estados Unidos e incluir o Pix nas negociações.
O formato permitirá medir se os eleitores consideram o sistema de pagamentos um tema negociável em uma disputa comercial ou uma área que deve permanecer fora das concessões brasileiras.
O sistema de pagamentos está ameaçado?
Em outra pergunta, a AtlasIntel questiona diretamente quanto o eleitor considera que o Pix está ameaçado pela pressão do governo dos Estados Unidos.
As respostas variam entre “muito ameaçado”, “algo ameaçado”, “pouco ameaçado” e “nada ameaçado”. Também há a opção para quem não souber responder.
O resultado deverá mostrar se a controvérsia comercial já produziu preocupação concreta com o funcionamento do sistema ou se o tema ainda é percebido como distante pela maior parte da população.
Como o Pix se conecta à crise comercial?
As perguntas sobre o Pix integram um conjunto de questões relacionadas à tarifa adicional de 25% aplicada pelos Estados Unidos a parte dos produtos brasileiros.
O levantamento mede o conhecimento dos entrevistados sobre a medida, pergunta se a cobrança é justificada e investiga qual teria sido sua principal motivação: econômica, política interna ou uma tentativa de influenciar a eleição presidencial brasileira.
A pesquisa também questiona quem seria o principal responsável pela falta de acordo entre os dois governos e se o Brasil deveria retaliar os Estados Unidos com base na lei de reciprocidade econômica.
A pressão americana é vista como ameaça à soberania?
A AtlasIntel pergunta ainda se as tarifas impostas pelos Estados Unidos representam uma ameaça à soberania brasileira.
O questionário também mede o grau de influência atribuído à família Bolsonaro sobre a política tarifária americana e se uma eventual vitória de Lula ou de Flávio Bolsonaro em 2026 poderia alterar as barreiras comerciais.
Outro ponto é a confiança na capacidade do governo federal de chegar a um acordo com Washington para reduzir as tarifas.
VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.







