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Nova pesquisa AtlasIntel mede reação dos brasileiros a possível ameaça ao Pix

Levantamento avalia a percepção dos brasileiros sobre riscos à soberania nacional

Por Pedro Cardoso Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 23 jul 2026, 09h39 | Atualizado em 23 jul 2026, 09h50
Nova pesquisa AtlasIntel mede reação dos brasileiros a possível ameaça ao Pix Priorizar nos meus resultados Google

Uma nova pesquisa da AtlasIntel vai medir como os brasileiros avaliam uma possível ameaça ao Pix em meio às negociações comerciais entre os governos de Lula e Donald Trump. O questionário investiga se o sistema de pagamentos deveria ser incluído nas tratativas com os Estados Unidos e qual é o grau de preocupação do eleitor com a pressão americana.

A pesquisa começou a ser realizada nesta terça, 22, e segue até a segunda, 27, com 5.000 entrevistados em todo o país. A divulgação está prevista para a terça, 28. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Quais empresas mais ganharam e perderam com o tarifaço dos EUA

O Pix deveria entrar nas negociações com os Estados Unidos?

Uma das perguntas apresenta quatro possíveis exigências americanas e pede que os entrevistados digam se o Brasil deveria aceitá-las: zerar tarifas para empresas dos setores automotivo, químico e aeroespacial, eliminar tarifas sobre o etanol americano, deixar de regulamentar plataformas digitais dos Estados Unidos e incluir o Pix nas negociações.

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O formato permitirá medir se os eleitores consideram o sistema de pagamentos um tema negociável em uma disputa comercial ou uma área que deve permanecer fora das concessões brasileiras.

O sistema de pagamentos está ameaçado?

Em outra pergunta, a AtlasIntel questiona diretamente quanto o eleitor considera que o Pix está ameaçado pela pressão do governo dos Estados Unidos.

As respostas variam entre “muito ameaçado”, “algo ameaçado”, “pouco ameaçado” e “nada ameaçado”. Também há a opção para quem não souber responder.

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O resultado deverá mostrar se a controvérsia comercial já produziu preocupação concreta com o funcionamento do sistema ou se o tema ainda é percebido como distante pela maior parte da população.

Como o Pix se conecta à crise comercial?

As perguntas sobre o Pix integram um conjunto de questões relacionadas à tarifa adicional de 25% aplicada pelos Estados Unidos a parte dos produtos brasileiros.

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O levantamento mede o conhecimento dos entrevistados sobre a medida, pergunta se a cobrança é justificada e investiga qual teria sido sua principal motivação: econômica, política interna ou uma tentativa de influenciar a eleição presidencial brasileira.

A pesquisa também questiona quem seria o principal responsável pela falta de acordo entre os dois governos e se o Brasil deveria retaliar os Estados Unidos com base na lei de reciprocidade econômica.

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A pressão americana é vista como ameaça à soberania?

A AtlasIntel pergunta ainda se as tarifas impostas pelos Estados Unidos representam uma ameaça à soberania brasileira.

O questionário também mede o grau de influência atribuído à família Bolsonaro sobre a política tarifária americana e se uma eventual vitória de Lula ou de Flávio Bolsonaro em 2026 poderia alterar as barreiras comerciais.

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Outro ponto é a confiança na capacidade do governo federal de chegar a um acordo com Washington para reduzir as tarifas.

VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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