Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês

Não podemos descartar ameaças, diz Etchegoyen sobre posse de Bolsonaro

Indefinição sobre uso de carro aberto deve prosseguir até a manhã de terça-feira e será, segundo general Heleno, uma decisão exclusiva do presidente eleito

Por Guilherme Venaglia 30 dez 2018, 18h47

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, afirmou neste domingo 30 que as ameaças contra a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) são tratadas como reais pela organização do evento e que não cabe a ele descartar qualquer que seja, apesar de estar convicto que será uma “festa bonita e segura”.

“O fundamento e a sustentação das ameaças vai estar no resultado do inquérito da Polícia Federal. Nós não temos o direito de descartar nenhuma delas, nem de avaliar se esta ou aquela é mais ou menos grave. Nós estaremos preparados sempre para fazer frente a qualquer das ameaças. Nós estamos preparados”, disse o ministro, que falou ao lado de seu sucessor anunciado, o também general da reserva Augusto Heleno.

As declarações foram dados após o último ensaio da cerimônia de posse, realizado neste domingo em Brasília. Nesta semana, VEJA revelou que, por precaução, as autoridades responsáveis pelo evento trabalham com o pior cenário diante dos rumores de grupos que poderiam atentar contra a vida de Bolsonaro, fazendo da posse o evento com o maior esquema de segurança para uma única pessoa da história.

Prossegue, no entanto, a indefinição sobre o momento considerado o com maior potencial de risco para Bolsonaro, o percurso que presidentes e seus cônjuges tradicionalmente fazem em carro aberto, em um rolls-royce que pertence à Presidência da República.

Segundo o general Heleno, o martelo sobre o tema será batido apenas na manhã de terça-feira e será uma decisão exclusiva do presidente eleito. “O único critério é Jair Messias Bolsonaro”, disse. A VEJA, o presidente eleito afirmou que “em princípio”, fará o percurso em carro fechado.

Os ministros disseram que “não está no roteiro” da posse um culto ecumênico na Catedral Metropolitana de Brasília, de onde o cortejo com os casais Jair e Michelle Bolsonaro e Hamilton e Paula Mourão está previsto para sair às 14h45. A cerimônia de posse terá seu primeiro ato formal a partir das 15h, no plenário da Câmara dos Deputados, quando o presidente e o vice-presidente eleito lerão o termo de posse em sessão solene do Congresso Nacional.

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo da VEJA! Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.

a partir de R$ 39,90/mês

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet.

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Edições da Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 19,90/mês