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Na ressaca da prisão de João Santana, Itamaraty serve acarajé

Por Da Redação 23 fev 2016, 17h46

Um dia depois de a 23ª fase da Operação Lava Jato atingir em cheio a campanha eleitoral de Dilma, determinando a prisão do marqueteiro petista João Santana e ampliando o poder de fogo do processo de cassação da petista no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o timing do Itamaraty nesta terça-feira no almoço de recepção da vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti, pegou integrantes do governo de surpresa. Não bastasse ter de lidar com evidências cada vez mais veementes de que o escândalo do petrolão se instalou no caixa de campanha petista, o governo teve de engolir calado a piada inevitável sobre o cardápio servido à argentina: acarajé, o mesmo nome da fase de investigação que levou o ministro da Propaganda e conselheiro dilmista para a cadeia. (Laryssa Borges, de Brasília)

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