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Militantes de esquerda e simpatizantes de Bolsonaro trocam provocações

Desafio das forças de segurança será manter grupos antagônicos afastados e garantir protestos pacíficos

Por Rafael Moraes Moura Atualizado em 7 set 2021, 10h54 - Publicado em 7 set 2021, 10h00

Simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro e militantes de esquerda trocaram provocações na manhã desta terça-feira, 7, enquanto os dois grupos se mobilizam para manifestações de apoio e de crítica ao chefe do Executivo em Brasília. De um lado, apoiadores do presidente se dirigem à Esplanada dos Ministérios, vestindo camisas verde e amarelas. De outro, militantes do PT, da CUT, do MST e do PCO se reúnem na altura da Torre de TV para mais uma edição do Grito dos Excluídos. Do lado esquerdista, as camisas vermelhas e pretas são as predominantes.

Menor em número, o protesto de movimentos de esquerda começou a ganhar corpo por volta de 9 horas ao som da batucada de instrumentistas e gritos de “Bolsonaro genocida”. A poucos metros dali, aliados do presidente da República descem a principal via da cidade em direção ao Congresso Nacional. O setor hoteleiro — que foi abarrotado de militantes bolsonaristas — fica ao lado da concentração do Grito dos Excluídos.

“Vagabundo!”, gritou a distância um simpatizante de Bolsonaro. Um militante contrário ao presidente esbravejou de volta: “Palhaço!”. Apesar das provocações verbais, os dois grupos estão a cerca de 150 metros de distância, sem confrontos físicos. Do lado esquerdista, o amarelo só está presente nas bandeiras do movimento LGBTQIA+ e no boneco inflável de um funcionário dos Correios, em repúdio ao projeto de privatização da estatal.

O grupo contrário ao presidente trouxe faixas de protesto com as mensagens “Eletrobrás pública”, “Impeachment já”, “Lula livre, Brasil livre” e o onipresente “Fora Bolsonaro”. Militantes petistas também aproveitaram o protesto para distribuir panfletos contra o presidente da República e seus “generais entreguistas”. PMs ouvidos por VEJA não quiseram estimar o público do protesto, mas a reportagem contabilizou, por volta das 10 horas, ao menos 400 pessoas.

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