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Marina, um tsunami

Por Da Redação - 25 ago 2014, 23h49

Um dos dirigentes do PSB que mais faziam ressalvas à agora presidenciável Marina Silva, o deputado Márcio França, candidato a vice-governador em São Paulo na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), avalia que a ex-senadora terá uma guinada “avassaladora” na intenção de voto a ser divulgada nesta terça-feira pelo Ibope. França rebateu o tucano Aécio Neves, que nesta segunda disse que a popularidade de Marina era apenas uma “onda“. “O problema é o tamanho da onda. Tem onda de 1 metro, 5 metros, 8 metros,10 metros… E tem onda de 80 metros. Se for muito grande, depois não tem o que fazer “, disse. O parlamentar também disse que a comoção pela morte trágica do ex-governador e cabeça de chapa Eduardo Campos favoreceu Marina. “A frase mais bonita que eu ouvi foi de um bispo: ‘As pessoas estão com saudade do futuro, como se tivessem ficado com saudade de uma coisa que não conheciam’. Agora todo mundo se sente um pouco fã do Eduardo, um pouco arrependido por não tê-lo conhecido melhor. E tudo isso, claro, desagua de certa forma na Marina.” (Eduardo Gonçalves e Felipe Frazão, de São Paulo)

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