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Lula promete empenho na campanha de Freixo no 2º turno

Deputado do PSB tem 31% das intenções de voto ao governo do Rio de acordo com o Datafolha contra 44% do Cláudio Castro (PL), que tenta a reeleição

Por Lucas Vettorazzo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 set 2022, 13h04

Lula (PT) prometeu nesta sexta-feira, 30, que, havendo segundo turno ou não na disputa presidencial, ele estará no Rio de Janeiro nas próximas semanas para fazer campanha para Marcelo Freixo (PSB) ao Governo do Estado. As pesquisas mais recentes indicam que a corrida no Rio não deve se encerrar neste domingo, 2. De acordo com o Datafolha desta quinta-feira, 29, o deputado pessebista está no segundo lugar com 31% dos votos válidos. O líder na corrida, o governador Cláudio Castro (PL), que concorre à reeleição, tem 44%.

Como mostra a edição de VEJA que está nas bancas, Lula vai bem contra Bolsonaro na corrida ao Planalto, mas, na reta final do primeiro turno, ainda patina como cabo eleitoral de aliados seus em dez estados, entre os quais o Rio, onde Freixo tem visto a distância para o seu rival se aprofundar nas últimas semanas. Em agenda nesta sexta-feira, 30, em um hotel da capital fluminense, Lula prometeu empenho na campanha do aliado nas próximas semanas. “A depender da minha vontade pessoal, a disputa vai ao segundo turno no Rio”, disse ele ao lado de Freixo e do candidato petista ao Senado pelo Rio, André Ceciliano. “Dou a garantia de que, tendo segundo turno aqui, eu virei muitas vezes, mesmo que eu vá para o segundo turno.”

Durante os governos petistas, o Rio foi beneficiado por programas sociais, como o PAC das Favelas e o Minha Casa, Minha Vida, e por investimentos dos setores naval e de petróleo e gás. Foi com base nessa memória que Lula prometeu que, se eleito, o Estado voltará a ser “gerador de empregos”. “Aqui no Rio de Janeiro nós temos um problema sério e precisamos retomar as obras de habitação, precisamos urbanizar as favelas. Vamos ter que recuperar a capacidade produtiva da indústria de óleo e gás, a indústria naval, além de tentar discutir que tipo de movimento a gente vai querer para o Estado do Rio de Janeiro.  O Rio precisa voltar a ser visto pela imprensa como um Estado gerador de oportunidade. Um estado gerador de empregos”, disse.

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