Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Kassab quer apoio dos 27 diretórios à reeleição de Dilma

Doze diretórios estaduais do PSD já manifestaram apoio à reeleição de Dilma; a maior resistência acontece em Pernambuco, onde Eduardo Campos é favorito

Por Da Redação
8 Maio 2013, 10h17

Doze diretórios estaduais do PSD, partido criado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab, já manifestaram apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) em 2014. A expectativa da direção da legenda é de que a aliança com a petista seja chancelada pela maioria dos 27 estados até o fim do ano. As consultas aos diretórios foram o meio encontrado pela direção do PSD para legitimar o apoio a Dilma. Nesta terça-feira, o partido de Kassab, que era adversário do PT em São Paulo, deu mais um passo para concretizar essa aliança: o vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD) aceitou convite de Dilma e será ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa.

Dos doze diretórios pró-aliança com o PT, três – Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Alagoas – formalizarão sua decisão nesta quarta-feira em reunião da executiva do PSD. A maior resistência está no diretório de Pernambuco. Lá, o PSD nasceu com o apoio do governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB).

Leia também:

Kassab declara apoio ‘pessoal’ à reeleição de Dilma

Maquiavel: Em Pernambuco, Eduardo Campos é o ‘predileto’ do PSD

Continua após a publicidade

Apesar da aliança nacional com o PT, Kassab liberou os diretórios para fazerem as costuras locais que lhes forem convenientes – o fim da verticalização das alianças permite que o partido apoie uma legenda na eleição presidencial e outra na estadual.

Em estados administrados pelo PSDB, haverá apoio a tucanos na eleição para governador, como Paraná e Goiás. Já na Bahia e em Sergipe, o PSD se aliará ao PT, que governa os dois estados. Em São Paulo, a tendência é a de que o PSD apoie o PT ou tenha candidatura própria – os petistas acham que uma candidatura de Kassab pode rachar o eleitorado tucano e ajudar a forçar um segundo turno contra o candidato à reeleição, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB). O PSD chegou a ensaiar um acordo com o PSDB, mas a conversa não avançou.

A decisão dos diretórios de apoiarem Dilma e o convite a Afif aproxima o PSD do PT. Mas, na prática, o PSD já atua alinhado com o governo. Na média, os deputados do PSD acompanharam o governo em 79% das votações desde 2011. No Senado, o índice foi de 94%.

(Com Estadão Conteúdo)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.