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Governo anuncia reajuste de 15% no Bolsa Família às vésperas das eleições; piso sobe para R$ 691

Valor mínimo pago às famílias passa dos atuais R$ 600 para R$ 691; benefício médio deve chegar a R$ 777, segundo estimativa do governo

Por Laila Nery Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 set 2026, 11h01 | Atualizado em 17 set 2026, 17h46
Governo anuncia reajuste de 15% no Bolsa Família às vésperas das eleições; piso sobe para R$ 691 Priorize VEJA no Google

Dezesseis dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, o governo federal anunciou nesta quinta-feira, 17, um reajuste de 15,04% no Bolsa Família. Com a correção, o valor mínimo pago por família passará de R$ 600 para R$ 691. O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.

Além do novo piso, a estimativa apresentada pelo governo é de que o benefício médio recebido pelas famílias atendidas pelo programa passe de cerca de R$ 675 para R$ 777. O valor efetivamente recebido por cada família, porém, varia de acordo com sua composição e com os adicionais previstos no programa.

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O Bolsa Família mantém um valor mínimo de R$ 600 desde 2022. O montante foi estabelecido no governo de Jair Bolsonaro e preservado pela administração Lula desde o início do atual mandato. Até o anúncio desta quinta-feira, o piso não havia passado por uma correção geral.

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O programa também prevê pagamentos adicionais conforme a composição familiar. Há, por exemplo, valores destinados a crianças pequenas, gestantes e adolescentes.

O reajuste divulgado nesta quinta-feira ocorre em meio ao calendário eleitoral. O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para menos de três semanas após o anúncio.

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O Bolsa Família é um programa federal de transferência de renda destinado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Para ter acesso ao benefício, é necessário estar inscrito no Cadastro Único e atender aos critérios de renda estabelecidos pelo programa, além de cumprir condicionalidades relacionadas a áreas como saúde e educação.

O governo ainda deve detalhar a regulamentação do reajuste e a forma como os novos valores serão incorporados aos pagamentos.

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