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Flávio Rocha desiste de candidatura à Presidência

Colocado como possível candidato a vice em negociações, Rocha não declara apoio a nenhum pré-candidato, mas ressalta que é necessário evitar 'extremos'

Por João Pedroso de Campos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 13 jul 2018, 16h14 - Publicado em 13 jul 2018, 15h32

O empresário Flávio Rocha, fundador da Riachuelo, desistiu nesta sexta-feira 13 de sua pré-candidatura à Presidência pelo PRB. A decisão foi comunicada por Rocha por meio de um vídeo, em que ele não declara apoio a nenhum dos pré-candidatos que seguem na disputa, mas afirma que o Brasil “não pode flertar com os extremos” (assista abaixo).

“Eu e o meu partido, o PRB, entendemos que o Brasil passa por um momento turbulento e que não pode flertar com os extremos. Por isso, mais do que nunca, vemos como necessário que todos que sonham com um Brasil livre e democrático se unam em um único projeto de convergência”, diz o empresário.

Nas negociações do PRB para apoiar outro presidenciável, Flávio Rocha é colocado como possível candidato a vice-presidente. O empresário se reuniu nesta semana com Henrique Meirelles (MDB) e emissários de Geraldo Alckmin (PSDB) e Alvaro Dias (Podemos), conforme revelou o Radar nesta sexta-feira.

“A retirada da pré-candidatura não significa que parei de trabalhar pelo meu ideal de nação. Minha iniciativa segue ainda mais firme e estou certo de que poderei, junto com o PRB, contribuir para a discussão que se seguirá”, completou Rocha.

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Na mensagem em que anunciou a desistência, ele também agradeceu o apoio do Movimento Brasil Livre (MBL), a cujos integrantes ele se referiu como “intrépidos garotos”.

Por meio de nota, o PRB diz que a retirada da candidatura de Flávio Rocha foi decidida “em conjunto” entre o empresário, o presidente da legenda, Marcos Pereira, e a bancada do partido no Congresso.

Ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, o PRB também apelou à unidade das siglas de centro contra os “extremos”. “Mais do que nunca durante todo o processo, é fundamental que as forças de centro se unam num único projeto”, diz a nota.

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