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Flávio e Eduardo Bolsonaro politizam derrota do Brasil na Copa e dizem que foi culpa do PT

Irmãos acompanharam juntos, dos Estados Unidos, eliminação da seleção brasileira após dois gols da Noruega

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 jul 2026, 10h27 | Atualizado em 6 jul 2026, 11h28
Flávio e Eduardo Bolsonaro politizam derrota do Brasil na Copa e dizem que foi culpa do PT Priorizar nos meus resultados Google

O senador Flávio Bolsonaro e seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, foram às redes sociais associar a derrota do Brasil na Copa do Mundo neste domingo, 5, ao governo do Partido dos Trabalhadores. Os dois acompanharam juntos, em solo americano, o último jogo da seleção no mundial deste ano. Antes da partida, eles fizeram uma live no YouTube.

Desde que o PT chegou ao poder, em 2002, o Brasil nunca mais ganhou nada, nem no futebol nem para os brasileiros. Perdemos Copa, mas vamos ganhar o Brasil!”, disse Flávio, que é pré-candidato à presidência, em uma publicação no X, junto com uma foto sua segurando a bandeira do Brasil.

Eduardo seguiu a mesma linha. “Desde que Lula chegou ao poder o Brasil não ganhou mais nenhuma copa”, disse nas redes. Ele publicou uma montagem do presidente ao lado da primeira-dama e também, em outra publicação, uma montagem na qual seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, segura a taça ao lado da seleção brasileira.

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A última pesquisa sobre a corrida para a presidência da República foi um levantamento da AtlasIntel divulgado na última quarta, 1º. Nele, Lula aparece à frente do seu adversário, com 48,8% das intenções de voto. Flávio, em segundo, tem 42,3%.

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Outros bolsonaristas também atrelaram o desepenho da seleção no jogo deste domingo ao governo petista. “Praga: o pênalti foi aos 13 minutos. Resultado, perdeu”, disse o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). O senador e pré-candidato a deputado pela mesma sigla, Carlos Portinho, disse que a atual seleção brasileira é um time “do Gilmar”, em alusão ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. O magistrado foi relator de ações sobre a presidência da Confederação Brasileira de Futebol. O ex-presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, inicialmente tentou se manter no cargo por meio de liminares, mas ele próprio acabou desistindo depois das ações.

 

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