Flávio Bolsonaro fala em ‘libertar o Brasil’ em motociata no interior de SP
Candidato à presidência reuniu seguidores em ato recheado de bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos
Candidato do PL à presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) iniciou o último dia de sua campanha neste sábado, 3, com uma motociata no interior de São Paulo, ao lado do governador e candidato à reeleição do estado Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O último ato de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, principal adversário do senador, foi na capital paulista.
Do alto de um caminhão, e acompanhado também dos proponentes ao senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), Flávio Bolsonaro percorreu cerca de 20 km entre as cidades de Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no que chamou de “Caravana da Vitória”. No percurso, atacou o STF e falou em “vitória no primeiro turno”.
O ato começou por volta das 11h, e seguiu em direção à Festa do Peão de Americana, onde o candidato à presidência se dirigiu aos apoiadores. “Vê se isso aqui não é sinal de vitória no primeiro turno. Faltam poucas horas para a gente libertar nosso Brasil”, disse ele durante o ato.
Ao falar sobre o judiciário, Flávio chamou a corte máxima do país de “delegacia de polícia”, e tentou atrelar o supre a Lula. “Tem que acabar com foro prerrogativa, tem muita coisa para fazer nessa pauta. Eu lamento que temos os amigos do Lula fazendo de tudo, dando canetada para tentar ajudá-lo a se reeleger”, acusou ele.
A mobilização reúne apoiadores com bandeiras do Brasil, dos Estados Unidos e de Israel. Seguindo a cartilha de ataque às instituições, eleitores que acompanham a carreata entoaram gritos contra o judiciário e em apoio aos Estados Unidos. “Trump tem que interferir”, disse à AFP uma senhora vestida com uma camiseta estampada com a foto de Flávio.
No período da tarde, Flávio Bolsonaro tem programada outra carreata no Rio de Janeiro. O ato na capital fluminense está marcado para às 15h, com concentração em Campo Grande. O candidato à presidência deve ser acompanhado pelo proponente ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), além de deputados e lideranças do partido.
(Com AFP)







