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Fase da lua influencia projetos de Gleisi no Senado

Ex-ministra da Casa Civil é pré-candidata ao governo do Paraná

Por Adriano Ceolin, de Brasília - 15 Maio 2014, 18h35

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) tem o costume de verificar a fase da lua antes de apresentar um projeto no Senado. Não é uma regra, mas os funcionários do gabinete dela já se acostumaram com a deia. Se é noite de lua crescente, é quase certo de que Gleisi vai querer prontos os papéis do projeto que deseja protocolar à Casa.

Na semana passada, por exemplo, Gleisi apresentou o projeto que reduz o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) da banda larga de telefonia fixa. “Nem sempre coincide a data. Mas se eu puder escolher, prefiro o começo da lua crescente para que a proposta obtenha êxito”, disse a senadora ao site de VEJA.

Gleisi afirma que aprendeu com avós a observar o calendário lunar. “Eles eram da roça, onde a lua sempre servia de referência na hora da plantar, colher ou para contar a gestação de um animal”, conta a ex-senadora, que, antes de militar no movimento estudantil em Curitiba, quis ser freira mas acabou proibida pelo pai.

Ministra-chefe da Casa Civil de 2011 a janeiro deste ano, Gleisi é pré-candidata ao governo do Paraná. Ela não sabe ainda se vai conseguir lançar sua candidatura na mesma data de início da lua crescente.

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