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Família de pastor vivia ‘guerra fria’ antes de prisão

Genro começou a impor distanciamento meses antes de operação da Polícia Federal que prendeu Márcio Poncio

Por Duda Monteiro de Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Rayssa Motta Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 jul 2026, 16h05
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Antes mesmo da prisão do pastor Márcio Poncio, nesta quinta-feira, 2, a família estava rachada. O influenciador Jonathan Couto, que reatou recentemente com a deputada estadual Sarah Poncio (Solidariedade-RJ), filha do pastor, começou a se distanciar silenciosamente do sogro. Ele passou a evitar especialmente aparições públicas ao lado do patriarca.

O motivo da rusga não foram as conexões do pastor, agora sob investigação da Polícia Federal, mas uma mágoa por considerar que Márcio não deu apoio – inclusive financeiro – em momentos de crise nos negócios e disputas judiciais do influenciador. Jonathan é dono de uma distribuidora de bebidas e tabacaria que atende bairros da zona sudoeste do Rio.

Márcio foi preso na quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga políticos suspeitos de envolvimento com o crime organizado. A prisão foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da força-tarefa da PF que vem fechando o cerco contra a infiltração de milícias e facções nas esferas de poder do Rio de Janeiro.

Não é a primeira vez que a família ganha as manchetes. Em 2018, o sobrenome inundou as redes sociais e páginas de fofoca depois que Jonathan traiu Sarah com sua própria cunhada, Leticia Almeida, que na época era casada com Saulo, irmão da deputada. Leticia engravidou e, depois de um teste de paternidade, ficou comprovado que Jonathan era o pai da criança. Sarah e Jonathan romperam na época, mas segundo fontes próximas da família reataram há poucos meses.

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Em nota, a deputada afirmou que a prisão do pai é “um dos momentos mais difíceis” que atravessou e que confia na inocência dele. “Acredito que ele terá a oportunidade de demonstrar a verdade dos fatos no curso do processo, com todas as garantias asseguradas pela Constituição”, diz a manifestação.

O advogado Leandro Mendonça, que representa o pastor, disse que ainda não teve acesso ao processo e, por isso, não poderia se manifestar em detalhes.

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