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Ex-assessor da Presidência sofre nova condenação por estupro

Eduardo Gaievski foi condenado a dez anos de prisão por dois estupros de vulnerável. Em setembro, havia sido condenado a 18 anos por outros crimes

Por Gabriel Castro, de Brasília - 6 nov 2014, 11h43

O ex-assessor especial da Presidência da República Eduardo Gaievski foi condenado a dez anos e seis meses de prisão por dois estupros de vulnerável, que é a prática sexual com menores de 14 anos de idade. A sentença do juiz Christian Reny Gonçalves, do fórum de Realeza (PR), foi proferida na terça-feira.

Gaievski, que está encarcerado, já havia sido condenado em setembro a 18 anos e um mês de prisão por estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado. O ex-assessor responde a outros quinze processos semelhantes. Somada, a pena dele pode ultrapassar os 350 anos de prisão.

O petista Gaievski foi prefeito de Realeza (PR) e, no Palácio do Planalto, cuidava de políticas para saúde e para crianças e adolescentes, como a prevenção ao uso do crack. Ele chegou à Presidência por intermédio da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que era ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff. Gaievski deixou o cargo no governo em agosto de 2013, quando VEJA revelou as acusações de abuso sexual de menores.

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