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Eleições 2018: o que os candidatos pensam sobre segurança pública

Postulantes ao Planalto nas eleições de outubro se manifestaram sobre o combate à criminalidade e as leis sobre posse e porte de armas no Brasil

Por Da Redação Atualizado em 21 set 2018, 11h46 - Publicado em 7 jun 2018, 22h00

Alvaro Dias (Pode)

Defende o porte de armas e a flexibilização do Estatuto do Desarmamento. “Temos que estabelecer uma nova politica para o comércio de armas que seja ponderada e fuja dos extremos. Proibir ou liberar geral são receitas para o fracasso.”


Ciro Gomes (PDT)

Defende a instituição de um sistema nacional de segurança, que promova a integração das polícias pelo país. Também promete reforçar as agências de inteligência como forma de combate ao narcotráfico e às facções criminosas. É a favor do desarmamento.


Fernando Haddad (PT)

Defende uma política pela “segurança pública cidadã”, ou seja, baseada em programas sociais e combate às desigualdades nas regiões mais vulneráveis e violentas. É contra a legalização do porte de armas.


Geraldo Alckmin (PSDB)

Pretende criar uma Guarda Nacional, formada por homens que encerrarem o serviço militar obrigatório e não seguirem a carreira. Propõe aumentar o tempo máximo de internação de menores infratores de três para até oito anos. Defende flexibilizar o Estatuto do Desarmamento, para permitir a posse de armas em áreas rurais.


Guilherme Boulos (PSOL)

É contra o acesso dos cidadãos às armas. Defende unificar a segurança e investimentos em integração e inteligência. “O atual modelo de segurança pública não é bom nem para própria polícia”


Henrique Meirelles (MDB)

Defende a contratação de efetivo policial e investimento em equipamentos e inteligência.

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Jair Bolsonaro (PSL)

Para combater a criminalidade, pretende promover o endurecimento de leis penais, fortalecer o policiamento e promover a revisão do Estatuto do Desarmamento.


João Amoêdo (Novo)

É a favor da revisão do Estatuto do Desarmamento, justificando que possuir armas é uma garantia individual do cidadão.


João Goulart Filho (PPL)

Defende a adoção de políticas sociais de combate às desigualdades sociais em conjunto com a implementação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e de comitês de gestão a nível federal, estadual e municipal.


José Maria Eymael (DC)

Pretende reformular o sistema penitenciário, para adotar uma nova política de ressocialização dos condenados, e integrar as políticas de segurança nas esferas nacional, estadual e municipal.


Marina Silva (Rede)

Para ela, o problema de segurança pública não se resolve “distribuindo armas para as pessoas” e defende políticas públicas para a população mais vulnerável.


Vera Lúcia (PSTU)

Ela não detalha o tema em seu plano de governo.

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