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Dilma adia compromissos no Rio e evita protesto

Manifestação contra aumento das passagens de ônibus nesta quinta-feira tem 9.000 adesões no Facebook. Presidente vai lançar obras do PAC em favelas na sexta-feira

Por Pâmela Oliveira, do Rio de Janeiro
12 jun 2013, 19h45

A presidente Dilma Rousseff, que viria ao Rio nesta quinta-feira, adiou a chegada à cidade para sexta-feira. A presidente participaria de solenidade no Centro Integrado de Comando e Controle – local que concentrará ações de segurança pública do estado em grandes eventos, como a Copa das Confederações – mas mudou os planos. Decidiu inaugurar o centro de comando de Brasília, de onde participará por teleconferência da inauguração dos centros integrados que funcionarão nas cidades-sedes da Copa das Confederações.

Com a alteração na agenda, Dilma evita vir ao Rio no dia em que está sendo programada uma grande manifestação contra o aumento das passagens de ônibus. Mais de 9.000 pessoas confirmaram a participação no ato, programado para começar às 17h, na Candelária. Há dois dias, um protesto contra o aumento das passagens transformou as principais ruas do Centro do Rio em uma praça de guerra.

A assessoria do Palácio do Planalto não confirma que a troca ocorreu devido à manifestação, e informa que outros dois eventos que teriam a participação da presidente foram adiados para a sexta-feira. Às 10h, Dilma estará na Rocinha, onde anunciará investimentos de 2,66 bilhões de reais, do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC2), que incluem obras naquela favela, no Complexo do Lins e no Jacarezinho. Às 14h30, assinará o repasse de 500 milhões de reais para o desenvolvimento do sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Carioca – o transporte ligará a região portuária ao centro financeiro da cidade e ao Aeroporto Santos Dumont.

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Rocinha – A favela da Rocinha receberá 1,6 bilhão de reais, investidos na construção de um teleférico e de uma creche, além de obras de infraestrutura que incluem a abertura de ruas, saneamento e construção de moradias para pessoas que moram em áreas de risco. Segundo Mirian Gleitzmann, da Empresa de Obras Públicas do Estado, 2.000 famílias terão que sair de suas casas – uma parte deixará áreas de risco e a outra terá as casas desapropriadas para as obras.

A favela do Jacarezinho, na Zona Norte da cidade, receberá 609 milhões de reais em obras. Já o Complexo do Lins, 446 milhões de reais. Do total de recursos, 1,8 bilhão será pago pela União. O restante será de responsabilidade do estado, mas com financiamento tomado do Governo Federal.

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