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Desafio da Lava Jato em 2018 será escapar das sabotagens

A operação passará pelo seu teste mais difícil: enfrentar as articulações contrárias e provar que a Justiça também é capaz de alcançar os poderosos

Por Thiago Bronzatto, Laryssa Borges 21 dez 2017, 23h23

Em março de 2018, a maior operação de combate à corrupção da história do Brasil completará quatro anos. As investigações já atingiram a quintessência do poder — quatro ex-presidentes da República, 178 deputados, 37 senadores, nove ministros e dezenove governadores. Descobriu-se uma teia de negócios ilícitos em ministérios, estatais, fundos de pensão, bancos públicos, empreiteiras e partidos, do Brasil e outros países. É um balanço impressionante. Apesar de tudo isso, o futuro da Lava-Jato ainda é considerado incerto. A operação sempre enfrentou — e vai continuar enfrentando — as mais variadas e difusas tentativas de sabotagem. Algumas explícitas, outras mais sutis, mas todas com o mesmo propósito: proteger quem já foi fisgado e dificultar ao máximo que novos tubarões caiam na rede. Por isso, resistir às incursões que emergem às vezes de onde menos se espera é hoje o maior dos desafios.

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