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Delator detalha como e onde Renan recebia propina do petrolão

VEJA teve acesso ao depoimento que detona Renan Calheiros - e narra até com que códigos o 'homem da mala' entregava as propinas ao senador

O encontro era quase sempre marcado em um hotel discreto no Rio de Janeiro. Uma funcionária do Senado aparecia no horário combinado, identificava-se por meio de uma senha previamente acertada e recebia a coisa — às vezes em envelopes, às vezes em bolsas, quase sempre em malas cheias, conforme o valor da propina acertado para o dia. Valores que variavam de 250 000 a 1 milhão de reais. Era assim, sem nenhuma sofisticação, que parte do dinheiro desviado da Petrobras chegava às mãos do senador Renan Calheiros, presidente do Congresso. Transações que somaram milhões de reais se repetiram por mais de uma década sem que ninguém suspeitasse, financiaram campanhas políticas do PMDB e, agora, fornecem pistas sobre a origem da fortuna acumulada pelo presidente do Congresso. São esses detalhes, contados por um dos delatores da Lava-Jato em depoimentos sigilosos prestados à Procuradoria-Geral da República, que podem levar Renan a percorrer uma trilha semelhante à de Eduardo Cunha.

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Comentários

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  1. Carlos Alberto Silva

    esse cara e o maior bandido que o brasil ja teve,pior que sarnei e acm.tem que ir pra cadeia .bandido salafrario.

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  2. Nilson Medeiros

    Fico feliz pelo motivo das instituições no Brasil estarem funcionando entretanto, fico triste por estas mesmas instituições cederem a pressões políticas. “Que país é este”? Lembrem, este é o nosso País, não deles.

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