Clique e assine a partir de 9,90/mês

Delação de Funaro: Cunha pediu compra de votos por impeachment

Em sua delação premiada, operador financeiro diz que o ex-presidente da Câmara e Michel Temer 'confabulavam diariamente' sobre cassação de Dilma

Por Robson Bonin - Atualizado em 7 set 2017, 23h04 - Publicado em 7 set 2017, 21h53

No ano passado, no período em que começou a tramitar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, Eduardo Cunha e Michel Temer “confabulavam diariamente”, segundo o doleiro e delator Lúcio Bolonha Funaro. Na véspera da votação da aceitação do processo na Câmara, Cunha enviou uma mensagem a Funaro perguntando se ele teria disponibilidade de recursos para comprar os votos necessários para que a Câmara aprovasse a abertura do processo. Sem outros detalhes, Funaro diz que disponibilizou o dinheiro.

O conteúdo da delação de Funaro:

Temer recebeu e intermediou propinas

Moreira Franco recebeu R$ 6 mi em propina na Caixa

Continua após a publicidade

Joesley Batista prometeu R$ 100 mi por silêncio

Geddel recebeu R$ 1 mi da Odebrecht

A nova conta secreta de Cunha

‘Bancada do Cunha’ era comprada com propina

Continua após a publicidade

Medida provisória rendeu R$ 1,5 mi a Eunício

Propinas ao PMDB por projetos no Congresso

Leia esta reportagem na íntegra assinando o site de VEJA ou compre a edição desta semana para iOS e Android. Aproveite também: todas as edições de VEJA Digital por 1 mês grátis no Go Read.

Publicidade