Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

De saída, Padilha usa vacinação para fazer campanha

Ministro convocou cadeia de rádio e televisão e, além de falar de vacina contra o HPV, destacou outros programas tocados por sua gestão

Por Gabriel Castro, de Brasília
29 jan 2014, 20h23

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, usou uma campanha de vacinação contra o HPV como pretexto para fazer propaganda eleitoral antecipada em cadeia de rádio e televisão, na noite desta quarta-feira. O petista, que vai deixar o ministério nos próximos dias para disputar o governo de São Paulo, falou durante quatro minutos em horário nobre – a transmissão teve início às 20h30.

Leia também:

Dilma e seus 70 ministros

Alexandre Padilha iniciou seu pronunciamento mencionando a campanha de vacinação contra o HPV, que tem como objetivo prevenir o câncer de colo de útero. “Antes a vacina contra o HPV estava disponível apenas na rede privada, a um custo de até 1 000 reais. Agora, está ao alcance de todos, de forma absolutamente gratuita”, disse ele.

O petista adotou nítido tom eleitoral – não faltou nem a gravata vermelha: “O Brasil é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de oferecer uma saúde pública gratuita e de qualidade a toda a sua população. E é para isso que o governo federal tem trabalhado intensidade cada vez maior nos últimos anos”, disse ele.

Continua após a publicidade

O petista falou do programa Saúde Não Tem Preço, que distribui medicamentos gratuitamente, e destacou aquele que deve ser um dos carros-chefes de sua campanha: o programa Mais Médicos. Padilha apresentou os números do programa e utilizou a retórica de candidato: “Tudo isso mostra o quanto o governo federal vem trabalhando para melhorar, ampliar e modernizar os serviços de saúde que presta à população”, disse ele.

O gerador de caracteres exibiu o nome do ministro também no meio do pronunciamento – e não apenas no início, como é comum em casos do tipo.

Padilha vai deixar o Ministério da Saúde para atender a legislação eleitoral. Ele deve ser substituído por Arthur Chioro, secretário de Saúde de São Bernardo do Campo (SP).

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou

Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.