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Datafolha testa repercussão da carta de Bolsonaro e do tarifaço na corrida presidencial

Nova pesquisa eleitoral com 2004 entrevistas tem divulgação prevista para a próxima sexta-feira, 24

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 jul 2026, 10h07 | Atualizado em 20 jul 2026, 14h53
Datafolha testa repercussão da carta de Bolsonaro e do tarifaço na corrida presidencial Priorizar nos meus resultados Google

O Datafolha registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma nova pesquisa para a eleição presidencial de 2026 que será divulgada na próxima sexta-feira, 24. O levantamento chega em meio à repercussão da manutenção da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e da crise comercial entre Brasil e Estados Unidos, dedicando dois dos principais blocos do questionário aos temas.

Lula x Flávio: os eleitores que devem decidir a disputa

A pesquisa concentra uma série de perguntas sobre a prisão domiciliar do ex-presidente. O instituto buscará medir a opinião dos brasileiros sobre a permanência de Bolsonaro em casa por razões humanitárias, a proibição do uso de redes sociais durante o cumprimento da medida e a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impedir Flávio Bolsonaro de visitar o pai por 90 dias após o senador divulgar, nas redes sociais, uma carta atribuída ao ex-presidente.

Na sequência, o levantamento volta-se para o tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O questionário mede o grau de conhecimento dos entrevistados sobre a medida, pergunta quem tem mais razão no embate entre Lula e Flávio Bolsonaro sobre a crise comercial e busca identificar quem é apontado como responsável pela escalada das tarifas e qual deveria ser a reação do Brasil diante da decisão do governo Donald Trump.

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A pesquisa será realizada entre os dias 22 e 24 de julho e ouvirá 2.004 entrevistados em todo o país. Registrado sob o número BR-01166/2026, o estudo também medirá os cenários da disputa presidencial, a avaliação do governo Lula e a percepção dos eleitores sobre os principais temas políticos e econômicos do momento.

A pesquisa

Primeiro e segundo turno – O levantamento medirá a disputa presidencial em cenários de primeiro turno com Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Leonardo Avalanche (PRTB) e Edmilson Costa (PCB).

O Datafolha também simula três cenários de segundo turno — Lula contra Flávio Bolsonaro, Lula contra Ronaldo Caiado e Lula contra Romeu Zema —, além de medir a rejeição aos candidatos, o voto em 2022, eventual arrependimento, posicionamento ideológico e quem os eleitores acreditam que vencerá a eleição.

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Avaliação do governo – O questionário mantém o bloco tradicional de avaliação da gestão federal. Os entrevistados responderão como classificam o governo Lula, se aprovam ou desaprovam a administração e qual consideram ser o principal problema enfrentado pelo país.

Prisão domiciliar de Bolsonaro – Um dos principais blocos da pesquisa é dedicado às decisões do ministro Alexandre de Moraes envolvendo Jair Bolsonaro. O instituto perguntará se o ex-presidente deve permanecer em prisão domiciliar por razões humanitárias ou retornar ao regime prisional, além de medir a opinião sobre a proibição do uso de redes sociais durante o cumprimento da medida.

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O levantamento também testa a repercussão da decisão de Moraes de impedir Flávio Bolsonaro de visitar o pai por 90 dias após o senador ler, nas redes sociais, uma carta atribuída ao ex-presidente. Os entrevistados dirão se consideram que o magistrado agiu bem, mal ou nem bem nem mal ao impor a restrição.

Tarifaço e embate entre Lula e Flávio – O questionário dedica outro bloco à crise comercial entre Brasil e Estados Unidos. A pesquisa mede o conhecimento dos eleitores sobre o tarifaço, pergunta se Donald Trump estaria favorecendo a candidatura de Flávio Bolsonaro, quem tem mais razão no embate entre Lula e o senador sobre a origem da crise, quem é o principal responsável pelo aumento das tarifas e qual deveria ser a resposta do Brasil.

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O instituto também avaliará se os entrevistados consideram que o governo Lula fez mais, menos ou exatamente o que deveria para negociar com os Estados Unidos e se a atuação de Flávio Bolsonaro durante a crise influencia a percepção dos eleitores sobre o episódio.

VEJA+IA: Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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