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Cônsul francês reage após embaixador da Embratur ameaçar Macron

Mestre de jiu-jitsu Renzo Gracie, representante do turismo brasileiro, chamou presidente francês de "franga" e "retardado"

Por Da Redação Atualizado em 18 mar 2021, 21h30 - Publicado em 2 set 2019, 01h53

Cônsul da França em São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, o diplomata Brieuc Pont reagiu nesta sexta-feira a vídeo no qual Renzo Gracie, embaixador do “turismo internacional” da Embratur, ameaça o presidente francês Emmanuel Macron. Gracie, que faz parte da família pioneira do jiu-jitsu brasileiro e é mestre na arte marcial, disse que Macron “vai tomar um gogó” no “pescoço de franga” por “falar mal do Brasil”.

Neste domingo 1º, o cônsul francês comentou o vídeo de Gracie, postado no dia anterior, e insinuou que o representante do governo brasileiro estava alcoolizado quando gravou a mensagem: “cachaça deve ser consumida com moderação, e nó de gravata ajustado. Sem falar dos modos na mesa”, declarou Pont.

Atualmente com 52 anos e dono de uma academia em Nova York, Renzo Gracie foi anunciado em agosto como embaixador do “turismo internacional” pelo presidente Jair Bolsonaro. O mestre de jiu-jitsu comumente posta mensagens de apoio ao presidente em suas redes sociais e ao longo do fim de semana discutiu com internautas que criticaram sua postura com Macron.

Macron… I’m sorry, Micron, Micron. ​Tá falando mal do meu país… O único fogo que tem é no coração dos brasileiros e do nosso presidente, seu palhaço. Vem aqui que tu vai tomar um gogó nesse pescoço, nesse pescoço de franga. Não me engana não, porra. Aqui o mertiolate tá ardendo”, disse Gracie no vídeo, fazendo referência às declarações do presidente francês sobre o desmatamento no Brasil.

Em resposta a críticos de suas palavras, Renzo Gracie disse no Twitter que havia uma “inversão de valores” e voltou a atacar Macron ao mencionar “comentários infelizes de um presidente retardado sem moral no país dele querendo dizer o que está acontecendo no nosso”.

Desde as primeiras desavenças públicas entre Bolsonaro e Macron diversos membros do governo brasileiro postaram mensagens ofensivas ao presidente francês, como o ministro da Educação Abraham Weintraub e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

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