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Conheça os novos nomes definidos para a transição

A lista foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial

A nova lista de nomeados para o cargo de assessor especial de transição do governo, publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU), inclui de funcionários da campanha de Dilma Rousseff a assessores do governo federal. Além da lista divulgada na segunda, a Casa Civil nomeou mais 13 pessoas, com salários que vão de 2.115 reais a 8.988 reais. A remuneração máxima a ser paga a algum integrante do grupo é de 11.341 reais.

O salário mais alto entre os nomeados nesta quarta é o de Sinval Alan Ferreira da Silva, ex-chefe de gabinete do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Ele receberá 8.988 reais. O ministro tem participado das reuniões da equipe de transição e emplacou seu auxiliar no grupo.

Também com cargo importante, Ana Lúcia Ferreira dos Santos receberá 6.843 reais para assessorar questões de conteúdo durante a transição. Ela trabalhava com Clara Ant, assessora especial da Presidência da República que cuidou do banco de dados durante a campanha do PT. Clara foi nomeada na segunda-feira e ganhará o segundo valor mais alto destinado ao cargo de assessor da transição: 11.179 reais.

Uma das responsáveis pela agenda de Dilma durante a campanha, Georgina Fagundes será remunerada no valor de 6.843 reais. Ela trabalhava com Giles Azevedo, ex-secretário-excutivo adjunto da Casa Civil e braço direito da presidente eleita. Giles foi nomeado na segunda e receberá a mesma remuneração de Clara Ant (11.179 reais).

Jornalistas – Dois jornalistas também passaram a integrar o grupo: Ênio Alves Vieira Filho e Roberto França Stuckert Filho. O primeiro cuidava da parte de internet na campanha de Dilma e já foi diretor executivo da Agência Brasil, pertencente à Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), do governo federal.

Stuckert Filho era fotógrafo na campanha petista e manterá a mesma função na transição. Ele e Vieira Filho receberão o mesmo salário, de 6.843 reais. A primeira jornalista a ser nomeada na transição foi Helena Chagas, chefe da equipe de comunicação da campanha de Dilma. Seu salário é um dos mais altos: 11.179 reais.

Auxiliares – Ainda foram nomeados nesta quarta-feira auxiliares e secretários que darão apoio pessoal a Dilma Rousseff. Jorge Luiz de Lima e Márcia Westphalen receberão 6.843 reais. O primeiro trabalhou na campanha de Dilma ao lado de Anderson Braga Dorneles, braço direito da petista. A segunda era secretária durante a campanha e manterá a mesma função por ter domínio de inglês, espanhol e italiano.

Também serão auxiliares da presidente eleita Arílson Cavalcante Pereira, com salário de 4.042 reais; Christiane Araújo de Oliveira e Valdecir da Silva Ribeiro, 2.694 reais; e Hildivan Freitas Ribeiro, Thaís Beserra de Andrade e Vanessa Rossana Vieira Maia, 2.115 reais.

Na segunda, já haviam sido nomeados Marly Ponce Branco, ex-assessora técnica da subchefia de análise e acompanhamento de políticas governamentais da Casa Civil; Cleonice Maria Campos Dorneles, ex-assessora de gabinete de Dilma quando chefiava a Casa Civil, e Paulo Leonardo Martins – que receberão 6.843 reais – Anderson Braga Dorneles, ex-assessor especial da Casa Civil, que terá salário de 8.988 reais.

Ao todo, até 50 pessoas vão integrar o grupo de transição. As gratificações dos assessores do governo de transição serão pagas até a presidente eleita ser empossada. Depois de primeiro de janeiro, a equipe tem o prazo de dez dias para encerrar os trabalhos.

Até o final dessa semana, o governo vai entregar à equipe de transição dois cadernos – um com os programas do Executivo em andamento e outro com as obrigações do governo previstas até 120 dias depois do fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo de transição deve discutir o material na semana que vem.