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CNI/Ibope: Segurança é questão com maior expectativa de melhora

Para 43% dos entrevistados, o problema está entre os três com maior probabilidade de melhorar em 2019 com o novo governo, seguido por corrupção e desemprego

Cerca de quatro em cada dez brasileiros acreditam que a segurança pública é o problema nacional que mais deve melhorar no primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro (PSL) segundo pesquisa do instituto Ibope divulgada nesta quinta-feira (13). Para 43% da população, o presidente eleito resolverá a questão da violência.

Entres os três problemas com maior probabilidade de melhorar em 2019, com o novo governo, a segurança pública aparece em primeiro lugar – seguida pela corrupção, citada por 37% dos entrevistados, e pelo desemprego, com 36%. A saúde ocupa o quarto lugar, com 31% e a educação, a quinta colocação (lembrada por 22%).

As prioridades do próximo governo coincidem com as áreas em que foram detectadas as maiores necessidades nacionais pelos entrevistados. Para 41% das pessoas, a equipe de Bolsonaro deve priorizar a melhoria dos serviços de saúde. Outros 40% querem geração de empregos e 36% acham que a prioridade deve ser o combate à corrupção, seguida de redução da violência e criminalidade (36%) e melhorar a qualidade da educação (33%).

Ao todo, 21% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder qual problema esperam que piore durante o primeiro ano de governo. O levantamento mostra, também, que nenhuma das questões apontadas se destaca nas escolhas entre os três problemas que poderiam piorar. O custo de vida (preços e inflação) foi citado por 11% das pessoas.

De acordo com o Ibope, 25% dos entrevistados esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo e 39% têm expectativa de um governo bom. Esperam um um governo regular 18%; ruim 4%; e péssimo 10%. 4% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional da Indústria e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios, entre 29 de novembro e 2 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.