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Ciro brinca sobre 2º turno entre Bolsonaro e PT: ‘Pode morrer?’

Pedetista também evitou comentar resultado da pesquisa Datafolha, que o coloca em terceiro lugar em um cenário sem Lula

Por Da Redação Atualizado em 22 ago 2018, 16h37 - Publicado em 22 ago 2018, 15h13

O candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, voltou a criticar o PT e o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) em agenda no começo da tarde desta quarta-feira. Perguntado sobre qual era a posição dele em um eventual segundo turno de Bolsonaro contra o PT, Ciro desconversou e brincou com jornalistas.

“Pode morrer?”, disse Ciro. “Olha, a gente tá lutando por uma saída que não seja extremista, que não seja demagógica e que não seja mentirosa”, afirmou, sem citar os nomes dos adversários. “Vamos deixar o povo resolver.”

  • O pedetista também se esquivou de comentar os resultados da pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira. O cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostra Ciro em terceiro lugar (10%), atrás de Bolsonaro (22%) e Marina Silva, da Rede (16%). “Repito o que disse ontem. Pesquisa é momento, é uma fotografia de momento, mas a vida é um filme”, disse.

    Ciro Gomes visitou Osasco nesta quarta-feira, onde se atrasou e acabou não discursando ao público que o esperava no largo em frente à estação da CPTM, no centro da cidade. Ele tirou fotos com apoiadores e moradores de rua.

    O candidatou também evitou polemizar sobre a questão do aborto e disse que este é um tema que não cabe ao presidente da República. “Legalização ou não, não é tarefa da Presidência da República. Para que cobrar do presidente uma tarefa que não é dele?”, afirmou. “Eu não sou candidato a guru de costumes.”

    Durante corpo a corpo com eleitores, Ciro foi confrontado com uma pergunta inusitada. “Cadê a Patrícia Pillar?”, questionou o comerciante Marcos Rogério da Glória. “Me separei dela há dez anos”, respondeu Ciro.

    Ciro estava acompanhado da atual namorada, Giselle Bezerra. A ela, coube apartar uma jovem que questionava os altos salários dos políticos ao candidato. “Deixa comigo”, disse Giselle aos seguranças de Ciro. Ela então conversou com a jovem por cerca de três minutos. “Expliquei para ela que o Ciro é diferente e a convidei para conhecer nossas propostas no site”, disse.

    (com Estadão Conteúdo)

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