Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Chanceler pede explicações a embaixador dos EUA sobre espionagem

Ministro das Relações Exteriores se reuniu com Thomas Shannon na manhã desta segunda. Presidente Dilma também tem reuniões para debater o assunto

Por Gabriel Castro, de Brasília 2 set 2013, 11h31

O ministro de Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, recebeu na manhã desta segunda-feira o embaixador americano no Brasil, Thomas Shannon. O chanceler brasileiro pediu explicações do diplomata sobre revelação de que a presidente Dilma Rousseff e alguns de seus auxiliares teriam sido espionados pelo governo dos Estados Unidos.

O Itamaraty não se pronunciou sobre o conteúdo da reunião.

A presidente Dilma Rousseff, que ainda não falou sobre o caso, se reúne nesta segunda-feira com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em encontro marcado para as 15 horas. Ainda durante a manhã, a presidente recebeu o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, também para tratar do tema.

O governo pretende dar uma resposta à denúncia, embora saiba que a postura do governo americano dificilmente mudará.

Leia também:

EUA espionaram e-mails e ligações de brasileiros, diz jornal

Continua após a publicidade

Secretário americano defende espionagem para proteger ‘americanos e brasileiros’

Espionagem – O caso foi mostrado pelo Fantástico, da TV Globo, neste domingo. Segundo a reportagem, o nome de Dilma aparece em uma apresentação produzida internamente para funcionários da NSA e intitulada “Filtragem inteligente de dados: estudo de caso do México e do Brasil”. De acordo com o material, o objetivo do monitoramento ao Brasil seria “melhorar a compreensão dos métodos de comunicação” entre a presidente e seus assessores.

A denúncia foi baseada em um documento secreto obtido pelo jornalista americano Glenn Greenwald, do jornal inglês The Guardian. Greenwald foi um dos primeiros a revelar o esquema de espionagem eletrônica da agência americana e do governo Obama, delatado pelo ex-analista da NSA Edward Snowden.

As revelações surgem cerca de um mês antes de uma viagem de Dilma Rousseff para Washington, onde vai se encontrar com o presidente dos EUA, Barack Obama.

Leia também:

País protesta contra a detenção de brasileiro em aeroporto de Londres

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)