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Cerveró e lobista do PMDB silenciam em depoimento à CPI

Comitiva de deputados da CPI da Petrobras ouve presos na Operação Lava Jato em Curitiba

Por Alexandre Hisayasu, de Curitiba 11 Maio 2015, 14h58

O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró optou por permanecer em silêncio durante depoimento à comitiva de deputados que viajou para Curitiba (PR) nesta segunda-feira para ouvir os acusados de participar do propinoduto montado na Petrobras para desviar recursos para PT, PP e PMDB.

O empresário Mário Goes e o lobista Fernando Antônio Falcão Soares, o Fernando Baiano, ligado ao PMDB, também disseram que permaneceriam calados durante os questionamentos dos parlamentares. Goes foi sócio em uma lavanderia e na compra de um jato do ex-gerente de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco. Ele é acusado de operar propina para sete empreiteiras do cartel alvo da Operação Lava Jato: Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, MPE, OAS, Odebrecht, Setal e UTC.

Pela manhã, o doleiro Alberto Youssef voltou a afirmar que, na sua opinião, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff sabiam do esquema criminoso na estatal.

Nesta terça, serão ouvidos os depoimentos dos ex-deputados André Vargas (ex-PT) e Pedro Corrêa (PP).

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