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Bolsonaro sobre militar preso com droga: ‘Pena que não foi na Indonésia’

Segundo-sargento da Aeronáutica foi detido com 39 quilos de cocaína em aeronave que servia à comitiva presidencial em viagem ao Japão

Por Estadão Conteúdo - 29 Jun 2019, 11h53

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) comentou a prisão do segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues, detido com cocaína em Sevilha, na Espanha. Segundo ele, o militar “traiu a confiança dos demais”. O presidente “lamentou” que o caso não tenha acontecido na Indonésia, onde há pena de morte nesses casos.

“Aquele ali traiu a confiança dos demais. Pena que não foi na Indonésia, ele iria ter o destino que o teve no passado Marcio Archer”, afirmou Bolsonaro a jornalistas no Japão.

O presidente disse que tem pedido para a aeronáutica levantar dados sobre o sargento. “O que nós queremos das Forças Armadas é que seja levantada toda essa rede na qual ele está no meio dela. No meu avião, todos são revistados. O meu material é aberto antes de embarcar.”

A prisão do militar foi revelada em primeira mão pelo blog Radar. De acordo com fontes no Palácio do Planalto, uma falha de segurança nos procedimentos da Base Aérea em Brasília permitiu o embarque de 39kg de cocaína em um avião da comitiva presidencial que viajava ao Japão para a cúpula do G20.

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A droga estava em um avião da Força Aérea Brasileira que partiu antes de Bolsonaro e serviria de reserva à aeronave presidencial. A prisão fez Bolsonaro deslocar sua escala de Sevilha para Portugal.

 

 

 

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