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As previsões de Arthur Lira para o desempenho de Bolsonaro na eleição

Parlamentar projeta que o presidente estará tecnicamente empatado com Lula em maio ou junho

Por Laryssa Borges Atualizado em 9 abr 2022, 09h35 - Publicado em 9 abr 2022, 08h45

Presidente da Câmara dos Deputados e pilar do governo de Jair Bolsonaro, o deputado Arthur Lira (PP-AL) tem feito as próprias previsões para o desempenho eleitoral do ex-capitão e nos últimos tem repetido o que passou a ser um mantra no ninho bolsonarista: o presidente aparecerá tecnicamente empatado com o petista Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de votos em maio ou, no mais tardar, em junho.

O otimismo do parlamentar leva em conta fatores como o controle da propagação do coronavírus, ainda que o presidente tenha catalisado um monumental desgaste político ao atacar a eficácia das vacinas e enfrentar as investigações da CPI da Pandemia, a queda do dólar, que no acumulado do ano teve redução de 14,97%, e a recuperação do mercado de trabalho. O número de ocupados fechou o trimestre com alta de 1,6% em relação ao período imediatamente anterior e atingiu 95,4 milhões de pessoas, o que representa pela primeira vez patamar maior do que o período pré-pandemia.

Para os governistas, a perspectiva de crescimento dos índices de intenção de votos em Bolsonaro também é resultado de medidas como o Auxílio Brasil, programa social que substituiu o Bolsa Família e que paga média mensal de 407 reais por núcleo familiar. Uma pesquisa qualitativa encomendada pelo núcleo da campanha de Bolsonaro à reeleição, no entanto, revela que nem todas as propostas do governo ainda são claramente identificadas pelo eleitor como feitos da administração do presidente. Nesta categoria estão a criação do PIX e a autonomia do Banco Central, por exemplo.

Na corrida presidencial, pesquisa XP/Ipespe divulgada na quarta, 6, mostra crescimento de quatro pontos percentuais para Bolsonaro, que atinge 30% da preferência do eleitorado contra 44% do líder Lula, que se manteve estável na comparação com o último levantamento, na segunda quinzena de março. É a primeira que não faz simulações com o nome do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que suspendeu temporariamente a campanha após trocar o Podemos pelo União Brasil. O crescimento de Bolsonaro foi o mais expressivo das oito pesquisas Ipespe divulgadas este ano, embora o espólio de Moro também tenha sido pulverizado para outros candidatos – Ciro Gomes (PDT) passou de 7& para 9%, João Dória (PSDB) de 2% para 3% e Simone Tebet (MDB) de 1% para 2%.

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