OFERTA 10.10! Revista impressa com o MENOR PREÇO DO ANO! 🤑 Assine agora!

Crise do STF: as consequências da omissão do Senado nas eleições, segundo Alessandro Vieira

Senador do MDB afirma que a falta de reação da Casa diante de fatos envolvendo o STF poderá repercutir nas urnas

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 set 2026, 23h08 | Atualizado em 15 set 2026, 10h24
Crise do STF: as consequências da omissão do Senado nas eleições, segundo Alessandro Vieira Priorize VEJA no Google

A postura do Senado diante da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) poderá ter consequências eleitorais, na avaliação do senador Alessandro Vieira (MDB). Em entrevista ao programa VEJA em Foco, apresentado por Marcela Rahal, ele criticou a falta de encaminhamento de medidas para apurar fatos relacionados a ministros da Corte e afirmou que o eleitor está acompanhando a atuação do Congresso. (este texto é um resumo do vídeo acima)

Ao comentar a ausência de uma sessão do Congresso para tratar do tema, Vieira afirmou que a decisão da presidência do Senado representa uma escolha política. “Foi a escolha da omissão. É uma escolha de tentar deixar que os fatos transcorram em outra casa e o Senado não cumpra a sua obrigação, o seu destino constitucional”, disse.

Segundo o senador, a postura da Casa não passará despercebida pela população. “O que a gente imagina é que essa proximidade da eleição vai gerar repercussões. O cidadão brasileiro está acompanhado. Ele está vendo que o Senado hoje está em condição de omissão”, afirmou.

O que o senador cobra do Senado?

Vieira defende que o Senado exerça a competência prevista na Constituição para analisar eventuais crimes de responsabilidade atribuídos a ministros do STF. Na avaliação dele, cabe à Corte atuar na esfera criminal quando provocada pelas autoridades competentes, enquanto o Congresso deve cumprir seu papel institucional nos processos de responsabilização política.

“O Senado tem uma competência constitucional muito clara em relação a crimes de responsabilidade”, declarou. Para o senador, a abertura de um processo de impeachment não equivale a uma condenação, mas representa o início de um procedimento com direito à defesa e tramitação própria.

Continua após a publicidade

Vieira também criticou a falta de avanço de pedidos de comissão parlamentar de inquérito (CPI) relacionados ao Banco Master e a possíveis vínculos com ministros do Supremo. Ele afirmou que uma das iniciativas já contava com mais de 30 assinaturas, mas enfrentava obstáculos para avançar no Senado.

O raio-x dos ministros do STF

Continua após a publicidade

Quais mudanças ele defende para o STF?

Além da cobrança por investigação e responsabilização, o senador defendeu mudanças na estrutura do Supremo. Entre as propostas citadas estão a adoção de mandatos para ministros, alterações no modelo de indicação e a limitação de decisões monocráticas.

Vieira afirmou, porém, que o caso envolvendo Alexandre de Moraes não deveria ser tratado da mesma forma que as discussões gerais sobre o funcionamento do tribunal. Ao mencionar fatos que, segundo ele, precisam ser apurados, defendeu que o STF assuma seu papel e investigue eventuais irregularidades.

O senador também criticou a atuação de parte dos ministros da Corte. Segundo ele, há integrantes do Supremo “muito mais preocupados em garantir a impunidade do que em preservar a instituição Poder Judiciário”. Para Vieira, o país só poderá ser considerado uma democracia plena quando a lei for aplicada de maneira igual a todos.

Continua após a publicidade

O que pode acontecer nas eleições?

Na avaliação de Alessandro Vieira, a composição do próximo Senado e a escolha do presidente da Casa serão decisivas para definir o avanço ou não de pedidos de impeachment e de investigações. Ele afirmou que, caso a presidência do Senado não demonstre disposição para conduzir os processos, a resposta poderá vir do eleitor.

“Se ele não tiver essa disposição, quem terá será o eleitor. O eleitor é quem primeiro vai ter a oportunidade de cortar na carne”, disse, em referência à possibilidade de a população punir, nas urnas, parlamentares considerados omissos diante de suas responsabilidades.

Ao concluir sua avaliação, Vieira reforçou que a reação do Congresso seria necessária para preservar a credibilidade das instituições. “O Brasil precisa confiar na sua Justiça. Não é o que acontece agora”, afirmou.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do telejornal VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.

OFERTA 10.10

Digital Premium

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver, + programa de benefícios Prata.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 10,10/mês
ECONOMIZE R$ 325 - 45% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Premium (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).