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Veja como foi o dia de atos a favor de Bolsonaro pelo país

Em ao menos 154 cidades, manifestantes defenderam reforma da Previdência e pacote anticrime do ministro Sergio Moro. Houve também críticas a Centrão e STF

Por Redação - Atualizado em 27 maio 2019, 08h02 - Publicado em 26 maio 2019, 12h44

Apoiadores de Jair Bolsonaro fizeram neste domingo, 26, manifestações em apoio ao presidente e às reformas propostas por seu governo em ao menos 154 cidades do país, espalhadas em 26 estados e no Distrito Federal. Belém, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, São Luís, Salvador, Recife, Maceió, Vitória, Fortaleza, Natal, Macapá, Manaus, Cuiabá, Teresina, Florianópolis, Boa Vista, João Pessoa, Palmas, Aracaju são as capitais brasileiras da lista, além de Brasília. As capitais paulista e fluminense tiveram as maiores concentrações de manifestantes. Os organizadores dos atos informaram que havia convocação para mobilizações em cerca de 300 cidades de dezoito estados.

Na esteira dos primeiros protestos expressivos contra o governo Bolsonaro, que miraram congelamento de despesas na educação, e do compartilhamento, pelo presidente, de um texto segundo o qual o Brasil é “ingovernável” sem “conchavos”, os motes iniciais das manifestações de hoje eram ataques ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal (STF) – que incluíam a defesa do fechamento das casas do Legislativo e do Judiciário.

Depois de repercussão negativa entre parlamentares e com o temor de um agravamento na crise entre Palácio do Planalto e Legislativo, contudo, aliados de Bolsonaro “atenuaram” a pauta dos protestos, que passou a ser de defesa da reforma da Previdência e do pacote anticrime elaborado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Foram vistas nas ruas críticas ao STF e ao Congresso – principalmente ao Centrão e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) -, mas bem menos incisivas do que as que pregavam o fechamento das instituições.

Jair Bolsonaro não participou de nenhuma manifestação, como havia anunciado durante a semana, mas compartilhou vídeos de mobilizações em sua conta no Twitter e destacou as “pautas democráticas” dos manifestantes.

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Veja como foram os atos em defesa de Bolsonaro:

17h44 – Nas Ruas se destaca na Paulista

Na ausência do Vem Pra Rua e do Movimento Brasil Livre (MBL), os dois maiores grupos do movimento pró-impeachment de Dilma Rousseff, o Nas Ruas foi o que mais reuniu manifestantes em torno de seu caminhão na Avenida Paulista. O grupo fundado pela hoje deputada Carla Zambelli (PSL-SP) também foi o ponto de encontro dos políticos presentes, a maioria do PSL.

Ao todo, sete caminhões estavam estacionados em pontos da Avenida Paulista. Os discursos mais radicalizados foram feitos no carro de som do grupo Brasil Conservador.

(com Estadão Conteúdo)

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17h42 – Atos no litoral paulista

No litoral de São Paulo, manifestantes ocuparam a Praça da Independência, em Santos, na tarde deste domingo. O ato pró-Bolsonaro reunia 1.000 pessoas às 14h, segundo a Polícia Militar. Na Baixada Santista também houve manifestações no Guarujá e em Praia Grande, mas o público não foi contabilizado pela PM.

(com Estadão Conteúdo)

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17h19 – ‘Sabemos quem são os aliados de Bolsonaro’, diz Major Olímpio

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Ao discursar no carro de som do movimento Revoltados Online, na Avenida Paulista, o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), disse que “hoje nós sabemos quem são os verdadeiros aliados de Bolsonaro”. “Na campanha eleitoral, quando Bolsonaro estava na crista da onda e perto de ser eleito, tinha gente se estapeando para tirar selfie com ele”, disse Olímpio, sem citar nomes.


17h12 – Oscar Maroni na Paulista

Dono do Bahamas, o empresário Oscar Maroni foi à Avenida Paulista e subiu no carro de som do grupo Brasil Conservador. Maroni vinha enviando mensagens de WhatsApp para sua rede de contatos nas quais convidava todos a participarem da manifestação de hoje. “Bolsonaro precisa de nós para mudar este país, chega destes políticos antigos podres e deste STF corporativo e irresponsável com a pátria”, escrevia o empresário.

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17h02 – Bolsonaro exalta ‘pautas legítimas e democráticas’ em atos

Depois de publicar imagens de manifestações em Juiz de Fora (MG), Rio de Janeiro e São Luís no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro voltou à rede social no fim da tarde para enaltecer as “pautas legítimas e democráticas” nos protestos em defesa de seu governo.


16h51 – Presidente do Cidadania vê atos ‘bem abaixo do esperado’

Presidente do Cidadania, o ex-deputado Roberto Freire afirmou no Twitter que as manifestações de apoio a Jair Bolsonaro “foram bem abaixo do esperado” para um presidente há apenas seis meses no cargo. Em resposta a um usuário da rede social, Freire escreveu em outra publicação:”não conheço na história presidente com tão pouco tempo de governo se sentir tão frágil para necessitar apoio popular. E pior assistir uma manifestação convocada por tantos, inclusive ele, bem abaixo do esperado”. 


16h46 – STF, MBL e Centrão na mira na Paulista

No ato da Avenida Paulista, que já começa a esvaziar, manifestantes entoavam palavras de ordem como “STF preste atenção, a sua toga vai virar pano de chão”, “Fora MBL” e “Fora Centrão” e gritavam o slogan da campanha de Jair Bolsonaro: “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”. Acordo entre os organizadores e a Polícia Militar é para que o protesto termine às 17h.


16h20 – Interior de São Paulo

Cidades populosas do interior de São Paulo tiveram atos em favor de Jair Bolsonaro neste domingo. Em São José do Rio Preto, a manifestação organizada pelos bolsonaristas reuniu 1.000 pessoas, segundo a Polícia Militar. O ato aconteceu em frente ao Mercado Municipal, na região central da cidade. 

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Em Ribeirão Preto, a PM calculou em 6.000 pessoas o público. Com faixas e bandeiras do Brasil, o público se concentrou no cruzamento das avenidas 9 de Julho e Presidente Vargas e saiu em marcha pelo centro. Agentes de trânsito interditaram as vias principais. Não houve incidentes.

Em Campinas, o ato reuniu 3.000 pessoas, conforme estimativa da Polícia Militar. Os manifestantes se reuniram no Largo do Rosário, região central da cidade. Até o encerramento, por volta das 13h, a PM não registrou problemas na manifestação. 

Já em Bauru, o protesto bolsonarista reuniu 3.000 pessoas, segundo a PM. Houve ainda uma carreata com 800 veículos pelas avenidas da cidade. O apoio a Sergio Moro foi o mote principal, segundo Kleber Ciro, um dos organizadores.

(com Estadão Conteúdo)

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16h15 – Bolsonaristas tiram faixa ‘Em Defesa da Educação’ da UFPR, em Curitiba

Concentrados na Praça Santos Andrade, em Curitiba, manifestantes bolsonaristas retiraram da fachada do prédio da Universidade Federal do Paraná (UFPR) uma faixa que dizia “Em Defesa da Educação”. Na semana retrasada, estudantes, professores e sindicatos fizeram os primeiros protestos expressivos contra o governo Bolsonaro, que tiveram como mote o congelamento de recursos das universidades federais pelo Ministério da Educação. A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente do PT, compartilhou o vídeo que mostra o momento em que os apoiadores do presidente retiram a faixa, sob aplausos:


16h03 – Zambelli mira o STF

Em um trio elétrico levado à Avenida Paulista pelo grupo Nas Ruas, a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) disse que vai apresentar à Câmara nesta semana a proposta de um decreto legislativo para suspender o entendimento do STF de equiparar a homofobia e a transfobia ao racismo, criminalizando-as. O Supremo ainda não concluiu o julgamento a respeito do tema, mas já tem maioria de seis ministros para decidir nesse sentido. A deputada bolsonarista vai sustentar no decreto que o STF não pode legislar.

Além de Carla Zambelli, estão na Paulista o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), os deputados federais Filipe Barros (PSL-PR), General Peternelli (PSL-SP), Carlos Jordy (PSL-RJ) e Coronel Tadeu (PSL-SP) e o deputado estadual Major Mecca (PSL).

Por Edoardo Ghirotto

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15h49 – Líder do PSOL ataca Bolsonaro

Líder do PSOL na Câmara, o deputado federal Ivan Valente (SP) escreveu no Twitter que o presidente é “cínico” ao dizer que as manifestações de hoje são um “recado às velhas práticas”. Valente lembrou que Jair Bolsonaro passou pelo PP, partido do ex-deputado Paulo Maluf, e citou o caso das candidaturas laranjas do PSL em 2018.


15h35 – Ato na Paulista vai do MASP à Fiesp, com espaços

A Avenida Paulista, em São Paulo, tem até agora o maior volume de manifestantes pró-Bolsonaro neste domingo. Por volta das 14h, os apoiadores do presidente se reuniam em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e agora circulam por entre 6 e 8 quarteirões, até as proximidades do prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Há espaços entre as concentrações de pessoas.

Alguns manifestantes vestem camisas verde e amarelo e carregam cartazes em defesa da reforma da Previdência, da MP 870, que reorganiza os ministérios, do pacote anticrime e da CPI da Lava Toga. Cinco carros de som foram levados para o ato.

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(com Estadão Conteúdo)

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15h32 – Bretas comenta manifestações 

O juiz federal Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, comentou os protestos pró-Bolsonaro no Twitter. Ao compartilhar uma reportagem do portal de notícias G1, o magistrado escreveu que “manifestações populares pacíficas são legítimas”. “Resta saber e a voz das ruas será bem compreendida”, completou.


15h – Balanço de cidades e estados com manifestações

Até o momento, ao menos 34 municípios brasileiros em 14 estados e no Distrito Federal registraram manifestações a favor das pautas do governo Jair Bolsonaro neste domingo. No último dia 15, o balanço final das manifestações contra os cortes orçamentários na área de educação indicava que ocorreram protestos em ao menos 241 cidades, nos 26 Estados e no Distrito Federal.

Veja a lista de cidades e estados onde há mobilizações:

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São Paulo: São Paulo, Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Sumaré, Araçatuba e Piracicaba;

Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Volta Redonda, Resende e Macaé;

Minas Gerais: Belo Horizonte, Uberaba, Ipatinga, Uberlândia e Governador Valadares;

Bahia: Salvador e Feira de Santana;

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Pernambuco: Recife e Caruaru;

Paraná: Curitiba, Foz do Iguaçu;

Distrito Federal: Brasília;

Goiás: Goiânia;

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Espírito Santo: Vitória;

Rio Grande do Norte: Natal;

Pará: Belém;

Maranhão: São Luís;

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Alagoas: Maceió;

Ceará: Fortaleza;

Rio Grande do Sul: Porto Alegre


14h17 – Janaina elogia ‘pautas democráticas’ em atos

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Crítica das manifestações convocadas para defender o governo – “sem sentido”, em sua opinião – a deputada estadual paulista Janaina Paschoal (PSL) escreveu no Twitter que os bolsonaristas que foram às ruas “estão de parabéns” por tratarem de “pautas democráticas” e mostram “maturidade”.


14h00 – Em crítica ao STF, manifestantes se fantasiam de lagosta em Brasília

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Manifestantes sobre um carro de som na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, ironizaram a polêmica licitação do STF para compra de refeições institucionais, que incluía itens de luxo. Eles se fantasiaram de lagosta, um dos alimentos previstos no pregão, que chegou a ser suspenso pela Justiça e depois foi liberado para ser concretizado.


13h45 – Em VEJA desta semana: Organização de manifestações escancara as divisões do PSL

O Partido Social Liberal, do presidente Jair Bolsonaro, é uma sigla sem unidade orgânica, cujos membros dispersam energia em discussões miúdas. O partido que deveria ser o esteio do governo é, em uma palavra, invertebrado (leia mais aqui).

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13h17 – Boulos vê manifestações “pouco expressivas”

O único entre os adversários de Jair Bolsonaro na eleição de 2018 a comentar os protestos deste domingo, até agora, foi Guilherme Boulos (PSOL). No Twitter, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) escreveu que, fora o ato no Rio, as manifestações são “pouco expressivas” e até “vexatórias”.


13h08 – Termina a manifestação em Brasília 

O ato em Brasília começa a se dispersar. Apoiadores do presidente percorreram a Esplanada dos Ministérios e concluíram a manifestação em frente ao Congresso. Segundo a estimativa da Polícia Miliar, 20.000 pessoas participaram do protesto.

Na capital federal, os parlamentares do chamado Centrão foram alvo de críticas dos manifestantes, que defenderam a aprovação da reforma da Previdência e do pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. “Centrão, fica aqui o aviso, se não tiver a nova Previdência, o negócio vai feder”, disse um dos participantes no microfone.

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Outro assunto bastante recorrente entre os manifestantes foi o pedido para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) fique nas mãos de Moro. O ministério que irá coordenar as atividades do Conselho será definido pelo Congresso, que vota a reforma administrativa do governo Bolsonaro. A Câmara já votou para que o Coaf fique com Ministério da Economia.

Dos trios eléricos, o nome do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, foi citado diversas vezes de forma negativa. Uma das faixas pedia #foraMaia e #foraSTF, corte que também foi alvo de insatisfação durante o ato.

(com Estadão Conteúdo)

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13h07 – Manifestações são ‘espontâneas’ e ‘recado a velhas práticas’, diz Bolsonaro

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Durante um culto evangélico na Zona Oeste do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro declarou que “hoje é o dia em que o povo estará nas ruas”, em uma “manifestação espontânea”, como um recado “para aqueles que, com suas velhas práticas, não deixam que o povo se liberte”. “Pela primeira vez na história do Brasil um presidente eleito está cumprindo o que prometeu na campanha”, disse.


13h – Veja galeria com fotos das manifestações pró-Bolsonaro


12h54 – Bolsonaro estimula protestos

O presidente Jair Bolsonaro, que não participará dos atos em sua defesa, não deixou de publicar em sua conta no Twitter imagens das manifestações. Bolsonaro compartilhou vídeos que mostram apoiadores nas ruas de Juiz de Fora (MG), São Luís (MA) e Rio de Janeiro.

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12h43 – No blog do Ricardo Noblat: Bolsonaro nada aprendeu, mas nada esqueceu

Deem no que derem as manifestações bolsonaristas marcadas para hoje, o Congresso não se deixará abater por elas. Muito menos o Supremo Tribunal Federal, alvos preferenciais dos que desejam governar com braço forte e a salvo das restrições próprias da democracia (leia mais aqui).

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12h20 – O Super Moro em Brasília

No fim da Esplanada dos Ministérios, em frente do Congresso Nacional, em Brasília, manifestantes inflaram um boneco que mostra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, como o Super Homem. “Moro neles”, diz um cartaz.


12h33 – Por volta das 12h30, o ato em Copacabana já se dispersava, com manifestantes descendo dos carros de som e se sentando nos restaurantes da orla do bairro.

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12h20 – Hino com funk e reza

Com cinco carros de som, a manifestação na Zona Sul carioca também teve o som de músicas eletrônicas com discursos de Bolsonaro e versões do Hino Nacional com batida de funk. Apoiadores do presidente ainda rezaram em frente a um dos carros de som.


12h20 – Ataques ao Congresso e o STF

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Os cariocas em Copacabana exibem faixas como “Fora STF, Maia e Alcolumbre, deixem o Brasil crescer”, “David [sic.] Alcolumbre e Maia, somos seus patrões” e “o diabo veste toga”. “Traidores da Pátria”, diz um cartaz que mira o presidente da Câmara, o do Senado e o STF. Um balão que dizia “fora STF” também foi solto na manifestação.


12h20 – Boneco de Maia no Rio

Apesar do tom apaziguador adotado pelos organizadores dos atos, ataques ao Congresso e ao STF são vistos nas ruas. O Posto 5 da orla de Copacabana, ponto de concentração do protesto no Rio de Janeiro, manifestantes ostentam um boneco inflável do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao lado do “Pixuleco”, boneco que mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como presidiário. O boneco de Maia, que não tem nome, segundo seus donos, veste uma camisa do Botafogo – referência a seu codinome na delação da Odebrecht – estampada com as logomarcas da empreiteira e da Gol, cujo dono também citou o nome do presidente da Câmara em delação premiada. O boneco do democrata carrega um saco de dinheiro, e leva cédulas nos bolsos e dentro do sapato.

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12h20 – Sem antipetistas 

Os atos em apoio a Bolsonaro não estão sendo organizados por movimentos que protagonizaram a campanha pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua, que preferiram não aderir aos atos. Sem os dois principais grupos antipetistas, a mobilização ficou a cargo de organizações menos conhecidas como Avança Brasil, Direita São Paulo, Confederação Monárquica no Rio, Consciência Patriótica e Movimento Brasil Conservador.


12h20 – Manifestantes saíram às ruas de ao menos seis capitais na manhã deste domingo: Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Belém, São Luís e Salvador.

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