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A virada de Flávio em nova pesquisa, os próximos passos da crise no STF e mais destaques do dia

Senador aparece numericamente à frente do presidente em simulação de segundo turno do BTG/Nexus; Supremo aguarda esclarecimentos sobre embate

Por Da Redação 8 set 2026, 07h10 | Atualizado em 8 set 2026, 07h11
A virada de Flávio em nova pesquisa, os próximos passos da crise no STF e mais destaques do dia Priorize VEJA no Google

Flávio Bolsonaro aparece pela primeira vez numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em uma simulação de segundo turno da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira, 8. O senador do PL registra 46% das intenções de voto, contra 45% do presidente. A diferença de 1 ponto percentual está dentro da margem de erro e configura empate técnico.

Na rodada anterior, Lula tinha 46% e Flávio, 45%. Agora, o senador oscilou 1 ponto para cima e o presidente, 1 ponto para baixo. No primeiro turno, Lula mantém a liderança com 39%, enquanto Flávio passou de 33% para 35%. Augusto Cury aparece com 9%, seguido por Ronaldo Caiado e Renan Santos, ambos com 4%. Zema, Samara e Rui Costa Pimenta têm 1% cada.

O levantamento também mostra equilíbrio em outro confronto de segundo turno. Na primeira simulação direta entre Lula e Augusto Cury, o escritor aparece numericamente à frente por 45% a 43%, novamente em situação de empate técnico. Contra Caiado, Lula marca 46% a 43%; diante de Zema, 47% a 40%; e, contra Renan Santos, 47% a 39%.

Lula e Flávio também estão empatados em potencial de voto, com 47% cada. Já na rejeição, Flávio registra 50% e Lula, 49%. O levantamento aponta ainda maior consolidação das escolhas: 81% dos eleitores que indicaram algum candidato afirmam que já tomaram uma decisão definitiva, contra 78% na rodada anterior. Entre os eleitores de Lula, 90% dizem que não pretendem mudar de candidato; entre os de Flávio, são 84%.

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Quais os próximos passos da crise no STF?

No Supremo Tribunal Federal, o próximo movimento na crise envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça depende do presidente da Corte, Edson Fachin. Mendonça liberou para julgamento o processo relacionado às mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, mas cabe a Fachin definir quando a análise ocorrerá. Fachin é atualmente o presidente do STF, enquanto Moraes ocupa a vice-presidência da Corte.

Antes disso, Fachin deve aguardar os esclarecimentos pedidos aos envolvidos. Na quinta-feira passada, foram dados cinco dias úteis para manifestações de Moraes, Mendonça, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Caso todo o prazo seja utilizado, uma definição pode ficar para o fim da semana. Rodrigues e Gonet seguem, respectivamente, à frente da PF e da Procuradoria-Geral da República.

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Em paralelo, Fachin também deu cinco dias úteis para Mendonça e a PGR se manifestarem sobre a decisão de Moraes que utilizou relatórios internos da PF para atribuir possíveis crimes ao colega. Os dois casos foram retirados de seus processos originais e reunidos em procedimento separado sob relatoria do presidente do Supremo, movimento que indica uma possível análise conjunta.

Para onde vai o preço do petróleo?

No cenário internacional, o mercado fica de olho no preço do petróleo nesta terça-feira depois de a cotação voltar a se aproximar dos 100 dólares por barril. Na segunda-feira, os contratos com vencimento em novembro fecharam a 97,31 dólares na Bolsa de Londres, alta de 0,57% na sessão.

A cotação foi pressionada pela notícia de um novo ataque de rebeldes houthis à refinaria da Aramco em Jizan, na Arábia Saudita. Segundo as informações disponíveis, trata-se do segundo ataque às instalações em um mês. A refinaria tem capacidade para processar 400.000 barris de petróleo por dia.

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A movimentação desta terça-feira tende a ser acompanhada com atenção depois de a alta de segunda ter ocorrido com os mercados americanos fechados. Com a retomada das negociações em Wall Street, permanece em aberto se a pressão sobre a commodity será suficiente para levar os preços novamente para perto ou acima da marca de 100 dólares por barril.

VEJA+IA: Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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