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A ficha corrida de Anthony Garotinho

O ex-governador do Rio foi preso nesta quarta-feira acusado de compra de votos

Por Da redação - 16 nov 2016, 20h00

Garotinho, que já foi candidato à Presidência da República, representa o que há de pior na política: populismo, fisiologismo e nepotismo, entre outras mazelas. Ao seu currículo extenso currículo de escândalos, soma-se até mesmo a suspeita de ter usado seu período no Palácio Guanabara (e também o de sua mulher, Rosinha) para acobertar as ações de um grupo de policiais que, encastelados na chefia da Polícia Civil, barbarizou o Rio de Janeiro cometendo ilícitos variados.

O relacionamento com empresas, empresários e políticos nebulosos é uma constante na carreira de Garotinho. Seu nome apareceu em escândalos nacionais. Waldomiro Diniz, o ex-assessor parlamentar da Casa Civil flagrado em cobrança de propina do bicheiro Carlinhos Cachoeira, dizia a seu interlocutor estar arrecadando dinheiro também para a campanha de Rosinha Garotinho. Em 2004, o ex-governador e seus correligionários foram flagrados trocando o cadastramento em programas sociais do Estado por votos na eleição para a prefeitura de Campos, seu berço político. Na mesma eleição, a Polícia Federal o flagrou com 318.000 reais em dinheiro de origem suspeita na sede do diretório do partido.

A seguir, relembre algumas das principais condenações que Garotinho sofreu:

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