A embaixadores, Flávio defendeu neutralidade do Brasil em guerra entre Rússia e Ucrânia
Pré-candidato do PL à presidência afirmou que governo Lula não reúne condições para mediar um eventual acordo de paz, porque teria perdido a neutralidade
Além do ataque às urnas eletrônicas – que repercutiu mal nos Poderes e entre partidos de centro -, o pré-candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, viveu outro momento embaraçoso em seu encontro com embaixadores na última terça-feira.
O primogênito de Jair Bolsonaro defendeu que o Brasil tenha uma posição de neutralidade em relação à guerra entre Rússia e Ucrânia. Diplomatas dos dois países estavam na plateia.
O parlamentar do PL disse ainda que o governo Lula não reúne condições para mediar um eventual acordo de paz, porque teria perdido a neutralidade.
“A posição do Brasil vai ser sempre de buscar a neutralidade, para tentar intermediar qualquer possível acordo de paz”, afirmou Flávio durante o evento “Debatendo o Brasil”, organizado pelo site The Brazilian Report e pela agência Novo Selo Comunicação.
Ele emendou que o petista “perdeu a condição e a isenção para ser possível mediador” no conflito e citou a viagem de Bolsonaro à Rússia, antes da guerra, para tratar do fornecimento de fertilizantes.
“O Brasil não tem hoje condições de sentar na mesa e tentar intermediar qualquer acordo de paz”, declarou.







