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As dificuldades da esquerda, confusão no MEC e a crise envolvendo Onyx

Dora Kramer, Ricardo Noblat e Augusto Nunes comentam os atritos criados por Lula dentro da esquerda e como isso aprisiona o grupo de oposição

Por Da Redação - Atualizado em 7 fev 2020, 18h01 - Publicado em 7 fev 2020, 17h49

A reportagem de capa da revista VEJA desta semana traz os atritos criados por Lula com aliados da esquerda e como isso aprisiona o grupo de oposição. Segundo o texto, o ex-presidente coloca seus interesses pessoais e os do PT acima da tentativa de formação de uma frente ampla de oposição a Bolsonaro.

Na opinião de Dora Kramer, ninguém na esquerda, seja dentro do PT ou em partidos aliados, sabe o que fazer. E isso se configura em uma situação como a retratada na capa, de um grupo à deriva.

Ricardo Noblat avalia que o PT está algemado a Lula. E isso não teria maiores consequências se o ex-presidente não tivesse acumulado ressentimentos em relação aos que o condenaram. Lula dá a entender que está obstinado com a ideia de voltar a se candidatar à presidência da República, o que parece bastante improvável até o momento. Outro problema é que o PT não abre mão do monopólio dentro da oposição.

Augusto Nunes lembra que o Partido dos Trabalhadores também sofre com a pobreza na criação de novos quadros, tanto que Fernando Haddad é o único nome cogitado pela sigla para concorrer tanto à Prefeitura de São Paulo quanto ao governo estadual. Para ele, Lula poderia se apresentar como um patriarca da esquerda, mas ainda luta para ser cabeça de chapa do PT.

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Os colunistas também falam sobre os problemas enfrentados por Abraham Weintraub no Ministério da Educação e a crise envolvendo o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

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