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A pacificação de Bolsonaro, o novo nome para o MEC e a Lava Jato

Dora Kramer, Ricardo Noblat e Augusto Nunes comentam a mudança de agenda do Executivo

Por Da Redação - Atualizado em 3 jul 2020, 18h15 - Publicado em 3 jul 2020, 18h03

A revista VEJA desta semana mostra como o presidente Jair Bolsonaro se afastou dos radicais para buscar uma pacificação com o Congresso e com o STF. Em um movimento acertado, o Executivo muda a agenda e indica movimentos de conciliação com os outros poderes

Para Dora Kramer, se não fosse o coronavírus, o país teria passado pelas duas melhores semanas do governo desde janeiro de 2019. Não houve nenhum atrito, nenhuma declaração estapafúrdia, as coisas seguiram dentro do normal. Mas levanta uma questão: isso é para valer? O que Bolsonaro vai fazer quando se sentir acuado?

Ricardo Noblat avalia que Jair Bolsonaro está passando por uma síndrome de abstinência. Está mais irritado no ambiente interno, mas um doce externamente. Tudo isso porque lhe tiraram de supetão duas coisas que prezava muito: o direito de ir e vir, já que gostava muito de ir passear, comer em padarias, e o direito de se expressar livremente, já que está contido em declarações públicas e em redes sociais. O colunista questiona se isso está fazendo bem ao presidente.

Augusto Nunes considera que Bolsonaro acerta ao mudar o tom, tanto na forma quanto no conteúdo, já que a cada declaração do presidente se iniciava uma crise ou um debate dispensável.

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Os colunistas também avaliam a escolha do novo ministro da Educação e o comportamento do brasileiro em relação a pandemia do coronavírus e a investigação da Operação Lava Jato sobre o senador tucano José Serra.

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