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A indicação de ministros para o STF

Se a indicação só será no fim de 2020, por que o presidente está se adiantando tanto? Thomas Traumann analisa o caso nesta edição do podcast

Por Da Redação - Atualizado em 3 Oct 2019, 19h49 - Publicado em 10 Jul 2019, 17h52

O presidente Jair Bolsonaro poderá indicar dois novos ministros ao Supremo Tribunal Federal, em 2020 e em 2021. Em um culto para celebrar os 42 anos da Igreja Universal, Bolsonaro disse que vai indicar pelo menos um “terrivelmente evangélico”.

Se a indicação só será no fim de 2020, por que o presidente está se adiantando tanto? A intenção é agradar o público evangélico, grupo que mais apoia o atual governo. Mas essa pessoa terá qualidade jurídica para ocupar o cargo mais alto do judiciário?

O problema é quando o presidente da República usa o direito de indicar um ministro do Supremo para fazer política com sua base eleitoral. E isso nem Deus perdoa.

O jornalista Thomas Traumann analisa o caso neste episódio do podcast Traumann Traduz:

 

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