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Vampeta: ‘Ronaldo Fenômeno poderia ser mais companheiro’

Pentacampeão reclama do distanciamento do ex-parceiro de seleção, PSV e Inter

Por Rodolfo Rodrigues - Atualizado em 30 Jun 2017, 16h38 - Publicado em 30 Jun 2017, 16h37

O time de 2002 que conquistou o pentacampeonato ficou conhecido como a família Scolari. “Felipão era o pastor das ovelhas ali, pelo jeito que ele liderava”, conta Vampeta. Tanto é que até hoje a turma sempre se fala – o jogador considera Luizão e Edilson amigos até hoje e garante que eles se veem e se falam com frequência. “É como família, não é só de futebol, não. Eles são grandes companheiros”, ele diz.

Mas não dá para dizer o mesmo de Ronaldo, seu companheiro de ataque. “Ele poderia ter sido meu principal amigo. Temos uma afinidade muito grande. Começamos juntos no PSV da Holanda e joguei com ele na Inter de Milão. Um grande companheiro, mas se afastou. Hoje para falar com o Ronaldo… é muito difícil. E não é só eu. Muitos companheiros também reclamam de não conseguir falar. Eu respeito muito como atleta, mas não é mais aquela amizade que nós tínhamos antes”, o jogador conta.

“Acho que isso acontece pela vida dele. O cara é diferente de todos os outros, é três vezes melhor do mundo! Vai em um monte de evento, um monte de coisa… Mas podia mais atender o telefone quando os amigos ligam. Todo mundo reclama disso. Ninguém tem coragem de falar e eu estou falando: Ronaldo poderia ser mais companheiro”.

Sobre o penta, Vampeta garante que estão comemorando até hoje. “Os caras deram mole em 2014 e não conquistaram o hexa aqui no país, então sobrou pra nós continuarmos comemorando”, cutuca.

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